Amamentação do bebê: conheça as recomendações da OMS para a prática

Recentemente, o Brasil foi apontado pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) — órgão associado à OMS (Organização Mundial da Saúde) — como sendo um país referência no aleitamento materno. Esse reconhecimento é proveniente, sem dúvidas, de uma grande campanha de incentivo que vem sendo feita no país em apoio à amamentação do bebê.

No entanto, você sabe quais são as recomendações da OMS para a prática da amamentação? Fique tranquila! Preparamos um post com todos os detalhes para você. Confira!

1. A amamentação do bebê deve ser feita de maneira exclusiva até os 6 meses de idade

De acordo com a OMS, a amamentação deve ser feita, de forma exclusiva, durante os seis primeiros meses de vida do bebê.

Isso porque o leite materno tem a capacidade de diminuir em até 13% as mortes por motivos evitáveis em crianças menores de 5 anos.

Muitas mães têm dúvidas se, de fato, são capazes de amamentar seus filhos durante seis meses. Nesse caso, o ideal é procurar a orientação de um obstetra para que ele possa esclarecer, auxiliar e mostrar todos os benefícios trazidos pelo aleitamento materno.

2. As mães devem amamentar seus filhos logo na primeira hora depois do parto

Amamentar o bebê logo após o parto oferece grandes vantagens tanto ao bebê, quanto à mãe.

O aleitamento auxilia na liberação da oxitocina, hormônio que ajuda a aumentar as contrações no útero da mulher — o que colabora na expulsão dos restos de placenta que ainda estão no corpo. Também já faz com que o corpo vá voltando ao normal.

Ademais, a mãe também passa a produzir outro hormônio: a endorfina. Ela, por sua vez, diminui as dores sentidas e muda o foco da dor para a promoção do bem-estar do recém-nascido.

Isso sem falar, é claro, que a amamentação estreita o laço entre a mãe e o filho e, quanto antes o bebê estiver no peito, mais vínculo será criado entre a mamãe e o neném.

3. Os bicos artificiais e as chupetas não devem ser dadas ao bebê

O uso de bicos artificiais e chupetas tem se disseminado cada vez mais na sociedade como uma alternativa para acalmar o bebê.

Entretanto, esse hábito pode trazer uma série de malefícios ao pequeno:

  • Afeta de maneira negativa o aleitamento materno.
  • Compromete o correto desenvolvimento do Sistema Estomatognático.
  • Pode causar deformidades na boca e na face.
  • Pode acarretar na má oclusão dentária.
  • As chupetas são feitas de materiais que podem liberar substâncias tóxicas quando em contato com a saliva.
  • Pode causar a Síndrome do Respirador Bucal.
  • Não existem bicos que sejam anatomicamente comparáveis ao bico do peito.

4. É preciso deixar o bebê mamar sempre que quiser

A OMS recomenda que a amamentação seja feita sob demanda, ou seja, que o bebê mame sempre que quiser.

Nas primeiras três semanas, por exemplo, o bebê costuma mamar de seis a oito momentos no dia. Após mamar, ele fica satisfeito, mais relaxado, e a mama — esvaziada — mostra-se mais macia depois de o pequeno sugar.

5. Mãe e filho podem e devem ficar juntos 24h por dia

O melhor lugar que o recém-nascido pode permanecer após o parto é no colo da mãe. Isso porque, além de fortalecer os laços entre a mamãe e o filho, também favorece o aleitamento e até mesmo diminui os riscos de aquisição de uma infecção relacionada à assistência dos sistemas de saúde.

Frente a todas essas informações, com certeza ficou mais clara a importância do aleitamento materno, bem como quais são algumas das recomendações da OMS em relação à amamentação.

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