Saiba os benefícios da tecnologia para mamães

Ser mãe é padecer no paraíso. Embora seja um clichê já antigo, essa frase resume bem as dores e as delícias da maternidade. A evolução da tecnologia para mamães, porém, tem ajudado a tornar esse padecimento um pouco menos complicado.

Aplicativos, dispositivos eletrônicos e sites têm sido desenvolvidos para auxiliar as mamães em diferentes tarefas. As opções de inovação são muitas e variam do gratuito ao caríssimo. Com elas, as mamães têm uma ajuda para oferecer mais segurança e melhores cuidados ao bebê. Confira, a seguir, algumas delas!

WhyCry Plus

Uma caixinha branca bastante útil: o WhyCry ajuda os pais a descobrirem em menos de 20 segundos qual é o motivo do choro do bebê. A maquininha analisa a potência, a frequência, os padrões e o intervalo para definir o motivo do choro: fome, tédio, incômodo, cansaço ou estresse.

Sammy Screamer

O Sammy Screamer é um monitor de bebês um pouco diferente. Ele pode ser acoplado a qualquer lugar e, sempre que o aparelho detectar movimento ali, ele grita (emite um sinal sonoro com o volume escolhido e envia uma notificação para o celular). Muito útil para aquela fase em que o bebê começa a explorar os ambientes.

Baby Gigl

A alimentação do bebê sempre é uma preocupação dos pais, e o Baby Gigl pode ajudá-los: trata-se de uma base para mamadeira que tem sensores para determinar o peso e o ângulo da garrafa. O objetivo é monitorar a ingestão de ar e, assim, prevenir as cólicas. As informações são enviadas a um aplicativo de celular.

Smart Kid Scale

Monitorar o peso do bebê é uma preocupação constante das mamães. Com a Smart Kid Scale é possível acompanhar o desenvolvimento da criança até os 8 anos de idade. Os dados ficam armazenados em um aplicativo para celular.

Tony Tempa

Febre é comum na maioria das crianças. Para auxiliar a mamãe, o termômetro digital de ouvido Tony Tempa está chegando: ele vai enviar os dados da temperatura para um aplicativo no celular, bem como avaliar o que pode ser feito para amenizar o desconforto do bebê levando em conta sua idade e a temperatura detectada.

Pacif-i

A maioria dos bebês se acalma com uma chupeta. A Pacif-i tem bluetooth e, em conjunto com um aplicativo para iOS e Android, permite monitorar a temperatura do bebê continuamente.

TempTraq

Um adesivo que mede a temperatura do bebê? Sim, esse é o TempTraq. Colado no bebê, ele informa os dados de temperatura da criança em tempo real (e ainda cria um histórico) via aplicativo de celular. É uma ótima forma de ficar de olho na evolução do quadro de saúde do pequeno.

mamaRoo

Controlada por um aplicativo de celular, a cadeirinha mamaRoo, além de deixar o bebê confortável, o tranquiliza: ela imita os movimentos do colo dos pais e tem um móbile que distrai a criança com sons da natureza ou músicas escolhidas diretamente pelos pais.

Origami

Os carrinhos de passeio são fundamentais para o dia a dia das mamães. O Origami é um modelo bastante prático: um único botão permite abri-lo e fechá-lo facilmente. É compacto e ainda permite carregar o seu celular enquanto dá uma voltinha.

E então, está preparada para incluir a tecnologia para mamães no dia a dia do seu relacionamento com o bebê? Entre em contato com a gente para conhecer soluções que estão ao alcance da sua necessidade!

Desvendamos os 14 maiores mitos sobre amamentação

Com a gravidez e a hora do parto se aproximando, a futura mamãe deve aprender tudo sobre a amamentação antes de o seu bebê nascer. Existe grande quantidade de informação muito boa e realmente útil sobre a amamentação disponível hoje em dia. Contudo, entre a internet e a abundância de palpites bem-intencionados (mas, muitas vezes, lamentavelmente errados) de amigos e familiares, também há muita desinformação.

Que tal testar os seus conhecimentos sobre a amamentação? Acompanhe no post de hoje 14 mitos sobre amamentação!

1. Se o meu bebê mama muito, significa que não está bem alimentado

Mito. Como o leite materno é muito fácil de digerir, os bebês costumam ter fome mais cedo do que quando são alimentados com outro tipo de leite ou fórmula. É apropriado que o seu bebê recém-nascido seja amamentado de três em três horas, para estar sempre bem alimentado, mas isso não é uma regra.

Sendo assim, sempre que o bebê sinalizar desconforto — chorando —, a mãe oferecer o peito e o bebê aceitar, não há motivo para imaginar que a frequência da amamentação esteja diferente da necessária.

2. É normal sentir dor durante a amamentação

Mito. Embora seja comum sentir algum desconforto no início da amamentação, a dor é um sinal de que o seu bebê não está sendo amamentado na posição correta. O aleitamento pode ser um pouco desconfortável durante os primeiros dias, até o seu corpo se ajustar a essa nova sensação, mas nunca deve ser doloroso.

Se amamentar dói, procure ajuda o mais rápido possível. Quanto mais rápido esse problema for resolvido, mais rápido a amamentação se tornará um momento relaxante e prazeroso para a mãe e para o bebê.

Os bebês nascem extremamente míopes, o que significa que eles só podem ver os objetos entre 8 e 15 polegadas de distância. Essa também é a distância entre o seu rosto e o rosto do seu bebê durante a amamentação, o que permite que o seu filho a observe durante a mesma.

3. Bebês que são amamentados ficam menos doentes

Verdade. A amamentação reduz o risco de infecções de ouvido, diarreias e problemas gástricos. As crianças que são amamentadas adoecem menos à medida que crescem. Os bebês que não são amamentados têm maior risco de desenvolverem asma, diabetes e até obesidade infantil.

4. Você precisa preparar os seios para a amamentação

Mito. Esse é, sem dúvida, um dos maiores mitos sobre amamentação. Durante a gravidez, os seios naturalmente sofrem alterações para se prepararem para a amamentação. Antes de o bebê nascer, a área em torno dos seus mamilos se torna mais espessa, e as glândulas em suas auréolas produzem pequena quantidade de secreção para lubrificação e proteção.

Quando o bebê nasce e você começa a amamentar, o aumento no hormônio ocitocina faz com que os seus mamilos se tornem mais flexíveis e elásticos para a boca do seu filhinho.

O leite materno tem componentes especiais que ajudam a combater a infecção e reduzir o inchaço na mama. Assim, se os seus seios estão doloridos nos primeiros dias, massagear suavemente um pouco do seu leite nos mamilos e seios pode aliviar a dor e acelerar a recuperação.

5. A amamentação faz os seios caírem

Mito. Na realidade, seios caídos são resultado da gravidez, porque as alterações hormonais deixam a musculatura da região dos seios mais relaxada. Como você ganha peso e os seus seios se tornam maiores e mais pesados, eles podem parecer mais caídos.

Além disso, quando você começa a amamentar, os seios podem tornar-se inchados no início (um processo temporário chamado ingurgitamento) e crescer mais. No entanto, os seios vão diminuir de tamanho quando você estabelecer uma rotina de amamentação sólida.

Depois de desmamar o seu bebê, seus seios se tornarão mais suaves e retornarão ao tamanho pré-gravidez, a menos que você tenha ganhado ou perdido quantidade muito significativa de peso.

Esse tema precisa ser fortemente combatido, pois é um grande mito sobre amamentação e, infelizmente, ainda hoje, em tempos de tanta informação, algumas mães deixam de amamentar seus filhos por medo de os seios caírem.

6. Os alimentos que você come podem deixar o seu bebê com gases

Verdade. As cólicas são um problema preocupante em recém-nascidos e podem causar muito choro e desconforto no seu filhinho. O leite materno recebe nutrientes da corrente sanguínea, o que significa que alguns alimentos podem causar gases. Assim, evite a sua salada de brócolis, pimentão picante ou feijão-tropeiro se notar que o seu bebê anda sofrendo com as cólicas.

Uma pequena porcentagem de bebês desenvolve erupção ou eczema quando são sensíveis a um alérgeno. Se a erupção do seu bebê é leve, elimine os produtos lácteos — que são os culpados mais comuns — de sua dieta por algumas semanas e veja se os sintomas melhoram. Consulte o pediatra imediatamente se a erupção tornar-se grave.

7. Mães que tomam antidepressivos não devem amamentar

Mito. A depressão pós-parto não tratada deixa a amamentação mais difícil e estressante. Por isso, é importante procurar ajuda se você estiver se sentindo depressiva por duas ou mais semanas. Se precisa de medicação, um especialista em saúde com experiência no tratamento da depressão pós-parto vai saber quais antidepressivos são seguros para prescrever às mamães que amamentam.

Se você tomou antidepressivos quando estava grávida, pode manter a medicação para manter a exposição do seu bebê a um nível mínimo de remédios, mas não deixe de falar com o seu médico.

8. Você não pode engravidar durante a amamentação

Mito. Esse é um dos grandes mitos sobre amamentação. Durante a amamentação, é possível engravidar. No entanto, é menos provável que você engravide se estiver nos primeiros seis meses da amamentação e se a sua menstruação ainda não voltou.

9. Você não deve amamentar se estiver doente

Mito. Essa questão costuma suscitar muitas dúvidas e conclusões equivocadas. Continuar a amamentar enquanto estiver resfriada ou gripada, na verdade, ajuda a proteger o seu bebê de doenças. Os anticorpos da mãe são transferidos para o seu bebê cada vez que ele é amamentado.

10. Seu bebê pode sentir o seu cheiro

Verdade. Os recém-nascidos têm o olfato bastante apurado e podem conhecer o aroma único do leite da mãe. É por isso que o seu bebê vai virar sua cabecinha para você quando estiver com fome. Além disso, o aleitamento materno permite que o seu corpo se recupere da gravidez e do parto mais rapidamente. Os hormônios liberados durante a amamentação estimulam o útero a voltar ao seu tamanho pré-gravidez.

11. O primeiro leite da mamãe não é saudável

Mito. Nos primeiros dias após o nascimento, seus seios produzem um líquido espesso e pegajoso, de cor amarelada, chamado colostro. Esse líquido tem cálcio, potássio, proteínas, minerais e os anticorpos de que o seu bebê necessita. Ele precisa apenas de pequena quantidade desse leite para se sentir completo e permanecer saudável até que o leite aumente o seu fluxo, entre dois e cinco dias após o nascimento.

12. Beber muita água aumenta a produção de leite materno

Mito. A ingestão de água em uma boa quantidade é benéfica para a saúde geral da mãe. Contudo, não é o aumento do volume de água consumido pela lactante que vai influenciar diretamente a produção de leite.

13. A mãe deve revezar os seios durante a amamentação

Mito. Outro tema em que a desinformação prevalece. A amamentação não deve ser interrompida, para que a mãe fique revezando entre um seio e outro. Ao contrário, o bebê deve ficar em um seio só, para que possa se beneficiar de um leito mais rico em gorduras e açúcares, que só surge depois de algum tempo em que a criança está se alimentando.

A troca de mama só deve ocorrer caso o leite do seio em que o bebê começou a mamar acabe.

14. Amamentação deve ser exclusiva até os seis meses de idade

Verdade. Entende-se por amamentação exclusiva o bebê ingerir apenas o leite materno durante seus primeiros seis meses de vida, sendo desnecessária a inclusão de chás, sucos e até mesmo água na dieta do bebê.

É importante salientar que a inclusão de outros itens no cardápio do bebê não é uma questão de escolha pessoal da mãe. Pelo contrário, trata-se de uma recomendação.

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Como pedir a ajuda do pai nos cuidados do bebê?

A maternidade é um sonho para muitas mulheres. Contudo, mães de primeira viagem encontram algumas dificuldades na hora de cuidar do bebê. Nesse momento, é necessário desenvolver hábitos que colaborem com essa tarefa, tanto na sua forma prática quanto para dividir responsabilidades com o pai.

Essa atitude, além de priorizar a boa convivência entre o pai, a mãe e o bebê, evitará uma sobrecarga de trabalho. No entanto, nem sempre é fácil obter a ajuda do pai nos cuidados do bebê, mas é claramente possível, desde que os dois vejam a situação de maneira semelhante.

Apesar dos cuidados com os pequenos — especialmente recém-nascidos — historicamente serem delegados à mãe, o mundo está mudando. Por isso, se você tem alguma dificuldade em pedir a ajuda do pai nos cuidados do bebê, continue a leitura deste post e obtenha dicas fantásticas sobre o assunto!

Trate o homem como parceiro

O pai do bebê não é um ajudante, mas um parceiro. E, como tal, possui responsabilidades a serem desempenhadas. Essas responsabilidades vão muito além de trabalhar e dar sustento à família. Esse ponto reforça a importância de pedir — ou até mesmo exigir — que o pai faça a sua parte. O diálogo é a melhor forma de colocar as cartas na mesa e fazer com que o homem perceba a importância de ajudar nos cuidados do bebê.

Admita que você não consegue fazer tudo sozinha

De nada adianta ficar dando “murro em ponta de faca”. Na maioria das vezes, por mais que você tente demonstrar ao pai que ele precisa ajudar, não haverá uma resposta positiva, a não ser que você fale, claramente, que não está dando conta e que a participação dele é importante.

Homens e mulheres possuem padrões diferentes e, dificilmente, mudam do dia pra noite. O pai, em muitos casos, vai preferir que o filho brinque um pouco mais ou use uma roupa mais simples para sair. Ser maleável, nesse sentido, dará margem para que o homem colabore cada vez mais.

Elogie o esforço do pai

O cuidado com os filhos é uma atividade natural para as mães, e os homens podem apresentar algumas dificuldades. Porém, um elogio é capaz de gerar satisfação e, naturalmente, o pai se sentirá importante nos cuidados do bebê.

Elogios simples possuem um poder incrível. Mesmo que a tarefa não tenha ficado da maneira desejada, faça o elogio e converse sobre isso.

Conheça exemplos de pais que resolveram ajudar suas esposas

Ser participativo nas atividades rotineiras não beneficia apenas a mãe ou o bebê. Pais que resolvem ajudar as esposas nos cuidados do bebê são mais ativos na vida dos filhos. E isso não é uma escolha dele, mas da própria criança, que enxerga, no pai, um companheiro inseparável.

Saiba dos benefícios da presença do pai no desenvolvimento da criança

Muito mais que uma colaboração prática nas atividades diárias, a presença do pai desencadeia uma série de benefícios para a criança. O amor e o contato do pai com o bebê vão influenciar diretamente na personalidade ao atingir a idade adulta. A simples presença já é impactante, pois a rejeição é a causadora dos maiores prejuízos na formação da personalidade.

Uma criança acolhida pelo pai — que se sente responsável pelo pequeno — vai crescer mais saudável e feliz. A capacidade de interação social é aumentada e a melhoria das atividades cognitivas fará parte da rotina.

Dessa forma, é interessante pensar na ajuda do pai nos cuidados do bebê. E, muito mais do que isso, saber como melhorar a interação dele com o filho. Nem sempre o pai deixa de participar por falta de vontade, mas, na maioria dos casos, por acreditar que é “assim que funciona” e que ele não poderá acrescentar nada.

Gostou do assunto e quer saber mais sobre a rotina, os cuidados e o bem-estar do bebê? Então baixe este e-book e fique por dentro do assunto!

Saiba como relaxar no fim da gravidez

A gravidez é um momento mágico na vida de qualquer mulher, principalmente se a mamãe for marinheira de primeira viagem. Mas o fim da gestação pode ser cansativo, gerando alguns incômodos. Entretanto, não é preciso se preocupar! Algumas dicas podem te ajudar a encarar essa fase com muito mais tranquilidade.

Durma mais

Descansar bastante é fundamental para quem está gerando uma vida nova. Oito horas de sono por noite é o mínimo necessário para quem está no final da gestação. Tirar cochilos durante o dia também é importante. Caso se sinta desconfortável na hora de dormir, saiba que a melhor posição é deitada com o corpo virado para o canto esquerdo. Uma almofada entre as pernas pode completar o conforto na hora do sono.

Mantenha os pés para cima por 10 minutos

Elevar os pés por 10 minutos é uma ótima forma de relaxar a qualquer hora do dia. Nessa posição a circulação é ativada aliviando o cansaço nas pernas, muito comum na fase final da gestação. Você pode ficar com os pés para cima sempre que achar necessário ou quando sentir inchaço ou dor na região.

Escute música suave

Tem uma canção que costuma te deixar relaxada? Então que tal escutá-la sempre que se sentir ansiosa? Essa é uma forma simples, mas ao mesmo tempo, eficiente para relaxar no fim da gravidez. Apele para essa prática a qualquer momento, afinal, a música possui um poder enorme sobre nosso emocional. Então já sabe, quando o nervosismo atacar, aperto o play!

Acaricie a barriga

Acariciar a barriga enquanto conversa com o bebê, por mais simples que pareça, é uma atitude que pode te acalmar em questão de segundos. Emita energias positivas para o seu filho e converse com ele apenas sobre coisas boas. Você verá como a tranquilidade vai invadir o ambiente.

Inspire profundamente

Exercícios de inspiração não costumam falhar e constituem uma ótima forma de relaxamento, ainda mais quando a ansiedade bater. Prenda sua respiração por 3 segundos e solte o ar. Inspire sempre pelas narinas e depois solte o ar pela boca.

Alimente-se bem

Você sabia que uma boa dieta é um dos fatores mais importantes para uma gestação saudável? Deixe o regime de lado e mantenha uma alimentação variada e rica em vitaminas e nutrientes, sem restrições. Lembre-se que o bebê precisa se desenvolver com saúde e que você precisa se alimentar bem para evitar certos desconfortos típicos da gravidez, como enjoo e azia, por exemplo.

O final da gestação pode ser um momento muito tranquilo e sem maiores complicações na vida de qualquer mamãe. Basta ter calma e seguir nossas recomendações para passar por essa fase de forma equilibrada, garantindo seu bem-estar.

Gostou das dicas para relaxar no fim da gravidez? Tem alguma sugestão além das que foram citadas aqui? Então conte para a gente! Seu comentário pode ajudar outras mamães a encararem o fim da gestação com mais tranquilidade!

Como estimular a inteligência do seu filho?

A ciência já provou que cada nova geração é mais inteligente que a anterior. O pesquisador neozelandês James Flynn foi quem melhor desenvolveu esses estudos, mostrando o que pais de bebês comprovam diariamente: seus filhos são mais espertos e capazes do que eles eram dos pequenos. É fundamental saber como estimular a inteligência privilegiada deles.

Tanto potencial pode e deve ser estimulado já na primeira infância, quando o cérebro da criança é extremamente plástico, ou seja, praticamente qualquer neurônio é capaz de se adaptar para assumir as mais diversas funções. A interação com os pais em experiências lúdicas e recreativas pode trazer muitos ganhos à inteligência do seu bebê. Leia as dicas desse post e divirta-se colocando-as em prática.

1. Use livros

Pode parecer estranho ler histórias para crianças que sequer falam, mas elas ajudam o bebê a relacionar os sons com as figuras que ele verá ilustradas nos livros. Para os menores de um ano existem ótimas opções de livrinhos coloridos e emborrachados, para que eles possam até mesmo colocá-los na boca. Desenvolver intimidade com livros desde muito pequenos estimulará também o hábito da leitura por toda a infância.

2.  Massageie o bebê

O toque da mãe e do pai no corpinho da criança é extremamente importante não apenas para criar vínculo afetivo e segurança emocional, como também para fazê-la ter consciência de cada parte de seu corpo e de diferentes  texturas e temperaturas. Procure massageá-lo com um um óleo próprio para bebês, encoste na pele dele com peças de veludo, algodão, plush ou mesmo penas. Ele certamente vai se interessar pelas sensações que cada material provoca.

3. Brinque!

Brincar é fundamental desde a primeira infância. Para arrancar gargalhadas do seu filho, não é necessário nada muito complexo. Crianças menores de um ano se divertem quando os pais escondem o próprio rosto e reaparecem ou quando fazem sons com a própria boca, por exemplo.

Eles também se interessam por novas formas e cores. Até uma escova de dentes ou uma colher podem ser grandes fontes de diversão para o seu bebê. E assim ele vai conhecendo o mundo aos poucos.

4. Ouça música com ele

Desde o útero, as crianças são capazes de ouvir sons. Bebês podem identificar a voz da mãe poucas horas depois de nascidos e isso os acalma.

A mesma lógica funciona para música. Acostume seu filho a ouvir música no dia a dia. Pode ser uma boa maneira para marcar a hora de dormir ou a hora de almoçar, por exemplo.

5. Estimule a inteligência sensorial

Para conseguir desenvolver ainda mais a inteligência do seu filho, aproveite tarefas simples do dia a dia. Utilize sabonetes e loções especificas para bebês no momento que for dar banho, para que ele já compreenda e associe tais cheiros a esta ação.

Outra ideia é trabalhar o paladar da criança. Quando ele começar a se alimentar de outros alimentos além do leite materno, estimule sempre a variedade de alimentos. Assim, você garante a nutrição completa e ainda faz com que seu filho prove diversos sabores distintos.

6. Não sobrecarregue seu filho

Na ânsia de explorar todo o potencial dos bebês, muitos pais sobrecarregam os rebentos com informações, cores e sons. Isso definitivamente não é saudável e pode desencadear até mesmo uma depressão precoce na criança. Deixe que ele vá aos poucos mostrando suas potencialidades, sem ansiedade.

Agora que já sabe como estimular a inteligência de seu bebê, coloque as dicas em prática. Vá anotando as reações da criança a cada novo estímulo e vendo do que ela gosta mais ou menos. Não deixe de compartilhar conosco as descobertas com seu pequeno!