Veja como regular a dieta do bebê após período de amamentação

Aos seis meses de vida, termina o período de amamentação exclusiva, como afirma o Ministério da Saúde em seu Guia Alimentar para crianças menores de dois anos. Nessa idade, outros alimentos devem ser acrescentados à dieta do bebê, de forma gradual e cuidadosa.

Essa mudança na alimentação ocorre quando os bebês começam a adquirir novas habilidades, como a capacidade de se sentar sem apoio e levar objetos até a boca. Além disso, nessa época, o reflexo de protusão da língua — que faz o bebê cuspir a comida — desaparece e facilita a ingestão dos alimentos sólidos.

Para que essa fase tão aguardada seja vivida da melhor maneira possível, confira algumas dicas para apresentar ao bebê novos sabores!

6 meses: começando a comer

Os primeiros alimentos apresentados aos bebês costumam ser as frutas, pois possuem sabor adocicado assim como o leite materno, o que aumenta a chance de aceitação pela criança. Por isso, o ideal é oferecer uma papinha de legumes no almoço e duas papinhas de frutas durante o dia.

Não é recomendado utilizar o liquidificador ou a peneira, pois esse processo remove as fibras do alimento e deixa a refeição menos nutritiva. Também é importante saber que os bebês dessa idade possuem um estômago bem pequeno, por isso, duas a três colheres de sopa são suficientes para cada refeição nessa fase inicial.

Existe ainda o método BLW, em que os alimentos são oferecidos em pedaços para que a própria criança leve-os até a boca. Dessa forma, estimula-se a autonomia e a coordenação motora.

Vale lembrar que o leite deve continuar fazendo parte da alimentação do bebê até os dois anos ou mais, portanto, siga as recomendações do pediatra para adaptar a quantidade oferecida nessa nova etapa.

7 a 9 meses: conhecendo novos alimentos

A partir do sétimo mês, a criança já estará mais acostumada com as papinhas, portanto, podemos começar a variar o cardápio da dieta do bebê e aumentar a quantidade de comida para o equivalente a meia xícara de chá.

As duas papinhas de frutas podem ser mantidas, mas a papinha de legumes deve ser incrementada para se tornar uma refeição mais completa, além de ser consumida duas vezes por dia — uma vez no almoço e outra no jantar. Cada refeição deverá conter pelo menos um alimento de cada grupo para garantir uma boa nutrição:

  • construtores: ricos em proteínas, como as carnes (apenas o caldo), ovos e feijões;
  • energéticos: carboidratos como o arroz, batata-doce, mandioca e inhame;
  • reguladores: fornecem vitaminas e sais minerais, como legumes e verduras.

Caso o bebê rejeite algum alimento, não desista de oferecê-lo! Às vezes, é preciso insistir em até dez situações diferentes para ter certeza de que a criança não gosta daquela comida. Com paciência e carinho o seu bebê passará a comer cada vez melhor.

10 a 12 meses: acompanhando a família

Com essa idade, o bebê já possui alguns dentinhos e maior habilidade motora, por isso, carnes moídas ou picadinhas podem ser acrescentadas na dieta. A quantidade agora equivale a uma tigela de 250 ml e o modelo das refeições deve ser mantido.

Nesse momento, as papinhas já podem ser gradualmente substituídas pela comida da família. Porém, é preciso ter cuidado com os hábitos alimentares da casa para que a criança continue crescendo com saúde. Sendo assim, alimentos como doces, balas, biscoitos, salgadinhos e refrigerantes devem ser evitados na dieta do bebê, especialmente nessa fase tão importante do desenvolvimento infantil.

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Veja os aparelhos eletrônicos que ajudam a cuidar do seu bebê

Os pais não estão mais sozinhos na difícil tarefa de promover um crescimento saudável para os que recém chegaram a este mundo. Isso porque o mercado oferece uma série de aparelhos eletrônicos que facilitam o cuidado do bebê.

Essas alternativas ajudam em problemas do dia a dia, como vigiar o pequeno e controlar suas refeições, o que torna a vida dos responsáveis muito mais amena.

Ficou curioso? Continue a leitura e descubra excelentes opções!

Use a música para distrair e fazer o bebê descansar

O bom e velho aparelho de CDs é um importante aliado dos pais no cuidado do bebê. A música aplicada da maneira correta ajuda a criança a relaxar e se distrair, bem como pode ser aquele empurrãozinho que faltava para um boa noite de sono.

E mais! Hoje em dia, existem diversos CDs com músicas feitas especialmente para os bebês, incluindo temas de desenhos animados, clássicos do rock e do pop remodelados, hinos de clube e música clássica, por exemplo.

Por mais que possam parecer antiquados, com o uso de CD players você não precisa se preocupar em montar uma playlist por conta própria, nem precisa abrir mão do seu smartphone enquanto nina o pequeno!

Organize o cotidiano do bebê

Os smartphones podem ajudar bastante no controle e organização do dia a dia do bebê. Inúmeros aplicativos oferecem opções de alarmes e cronometragem de mamadas, além de uma agenda completa com os horários de tomar remédios e datas de consultas médicas, por exemplo.

Assim, os pais não precisam se preocupar com tantos detalhes, principalmente quando todas as atenções estão voltadas justamente para o cuidado do bebê.

Deixe o bebê em uma situação confortável e relaxante

Outra novidade interessante são as cadeiras de descanso eletrônicas. Essa tecnologia consiste em uma cadeira reclinável, confortável e acolchoada que realiza funções como balançar suavemente o bebê, emitir sons agradáveis e tocar MP3.

Elas podem relaxar e entreter os bebês por algumas horas, permitindo um bom período de descanso para os pais.

Veja tudo o que acontece no quarto do bebê

A babá eletrônica, principalmente por aparecer frequentemente em filmes e seriados, é um aparelho eletrônico bastante conhecida do público em geral. Essa tecnologia consiste basicamente de dois dispositivos: uma câmera com microfone e um aparelho que reproduz o que é captado.

Assim, os pais podem acompanhar o que acontece no quarto do bebê, ainda que estejam distantes. Isso previne acidentes e ajuda na fiscalização do trabalho das babás de carne e osso.

Monitore em tempo real cada detalhe do bebê

Embora a babá eletrônica ofereça informações relevantes em áudio e vídeo, no mercado atual existem opções muito mais elaboradas, que trazem uma leitura completa e detalhada do que acontece com o bebê. São os chamados monitores eletrônicos.

Além de atuar como babá eletrônica, eles trazem consigo uma espécie de “button” que permite verificar a respiração, a posição e os movimentos do bebê, bem como situações de emergência, como quedas.

Nesse último caso, o dispositivo é capaz de emitir alarmes para os smartphones de pais, parentes e amigos, informando a ocorrência.

Sendo assim, de todos os aparelhos eletrônicos que facilitam o cuidado do bebê, sem dúvidas o monitor eletrônico é o mais eficiente na proteção do pequeno

Caso você queira entender um pouco mais sobre essa novidade, entre em contato com a nossa equipe! Ficaremos felizes em atendê-lo e fornecer os devidos esclarecimentos.

Dicas para amamentar o seu bebê

A amamentação é, muitas vezes, considerada uma habilidade natural da mulher, que surge instintivamente após o parto. A realidade, no entanto, é bem diferente disso e boa parte das mamães tem dificuldade em fazer o bebê pegar o peito ou sente muito desconforto ou muita dor durante o momento de amamentar. Apesar desses problemas, é importante insistir na amamentação, já que nos primeiros 6 meses o leite materno é o melhor alimento para o bebê.

Quer conhecer algumas dicas para amamentar sem dificuldades? É só conferir o restante do nosso post!

Vá para um lugar tranquilo

O momento da amamentação deve ser prazeroso, tanto para a mãe quanto para o bebê, de forma que a mãe se conecte com a criança por meio do olhar, da voz e do toque. Por isso, o ideal é que seja realizada em um ambiente tranquilo, sem muito barulho ou distrações.

Tente ainda se sentar em uma cadeira com um bom apoio para as costas e colocar os pés em um banquinho, ficando o mais confortável possível.

Coloque o bebê bem pertinho de você

O bebê deve ficar com o corpo todo alinhado durante a mamada, não sendo forçado a virar a cabeça para alcançar o peito. A posição mais comum é colocar o bebê no colo, com a cabecinha apoiada na dobra do cotovelo da mãe e a barriguinha colada na barriga da mãe, de forma bem aconchegante e segura.

Para não cansar o braço, muitas mulheres gostam de usar também uma almofada de amamentação ou um travesseiro comum para apoiar o peso do bebê.

Faça a pega correta

A pega incorreta é a principal causa do desconforto na hora da amamentação. Apesar de algumas mães pensarem que o bebê deve sugar apenas o mamilo, na pega correta a boca da criança recobre toda a área da aréola (a parte mais escura do peito, em volta do mamilo).

Para que isso seja possível, a mamãe deve prensar essa região da mama com a mão em forma de C e colocá-la na boca do bebê. Dessa forma, a criança conseguirá estimular melhor a descida do leite, mamando em menos tempo, e não machucará o mamilo que ficará no fundo da sua boca.

Não tenha medo de o bebê sufocar

Desde o nascimento o bebê é capaz de controlar sua respiração e afastar o rosto de objetos que o estejam sufocando. Assim, não é necessário ter medo de a criança ficar sem respirar durante a amamentação nem ficar afastando a mama do nariz da criança.

A mão que não está segurando o bebê deve ajudar a sustentar a mama e corrigir a pega durante a mamada, caso o bebê mude de posição.

Tire o excesso de leite antes de começar a amamentar

Se a mama estiver muito cheia e dura e o bebê não conseguir pegar toda a região da aréola, deve-se retirar o excesso de leite antes de iniciar a amamentação massageando e realizando uma ordenha manual.

Esse leite retirado não fará falta ao bebê e pode ser desprezado.

Cuide da pele da mama

Essa é uma das dicas que não deve ser esquecida! Se o seu mamilo estiver rachado e dolorido, o melhor produto para a cicatrização é o próprio leite materno. Após cada mamada, espalhe o restinho de leite sobre o mamilo e a aréola e deixe secar.

Além disso, realize banhos de sol de cerca de 15 minutos por dia e mantenha a pele da região sempre seca, não usando protetores ou mesmo sutiã durante a maior parte do dia.

Tenha paciência

Como tudo na vida, amamentar da forma correta demanda prática e persistência e os erros dos primeiros dias vão se tornando cada vez menos frequentes. Pouco a pouco você e o bebê entram em uma rotina e a amamentação se torna mais natural, tornando os leites artificiais desnecessários nesses primeiros meses.

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Saiba mais sobre as melhores frutas para bebês!

O leite materno é um alimento completo e oferece ao bebê todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Após os seis meses, o bebê deve ter sua dieta complementada com outros alimentos, como frutas e legumes.

A introdução desses alimentos vai melhorar a relação do pequeno com a comida e tornar sua dieta mais saudável. As frutas podem ser oferecidas em sucos, purês ou ao natural, dependendo da aceitação da criança.

Durante a introdução de alimentos sólidos é essencial ter atenção com o que o pequeno come. Não basta apenas incluir qualquer fruta e legume no cardápio, pois é necessário acertar nas escolhas.

A seguir você vai saber mais sobre as 7 melhores frutas para bebês e, assim, fornecer tudo que o pequeno precisa. Confira!

Banana

A banana é uma das frutas que podem ser oferecidas ao bebê a partir dos seis meses. Ela é rica em potássio, fibras e vitaminas, o que a torna uma ótima aliada para a saúde do pequeno.

Além de evitar cãibras musculares, seu consumo ajuda a regular o intestino, o que pode ser ótimo para os pequenos que sofrem com a diarreia ou cólicas.

Maçã

A maçã também pode ser introduzida na alimentação do bebê e é uma fruta rica em água, fibras e vitaminas.

O consumo da maçã ajuda a soltar o intestino preso, sendo uma boa aliada para aqueles que sentem esse desconforto.

A fruta também auxilia no controle da diabetes devido ao seu baixo nível glicêmico.

Pera

A pera conta com vitaminas do complexo B e C e fibras, além de outros nutrientes em sua composição.

Ela ajuda na retenção de cálcio — o que fortalece os ossos — e melhora o sistema imunológico; Assim previne doenças e, de quebra, é de fácil digestão.

Melancia

Já a melancia é rica em vitaminas, ferro, cálcio e potássio, além de ter 90% de água.

Ela ajuda a melhorar o funcionamento dos rins, impede a diabetes, fortalece os ossos e ajuda a produzir anticorpos.

Melão

O melão é mais uma opção para incluir no cardápio nessa fase, sendo rico em potássio, vitamina A e C e outros nutrientes.

Entre seus diversos benefícios estão o aumento da resistência do sistema imunológico, proteção dos olhos e pulmões e fortalecimento dos ossos.

Mamão

O mamão é rico em ferro, cálcio, potássio e vitaminas. Sua ingestão ajuda a fortalecer o sistema imunológico do bebê, protege os olhos e diminui o colesterol ruim.

Além disso, suas fibras ajudam o funcionamento do intestino, aliviando o incômodo das crianças que têm problemas nesse sentido.

Laranja

A laranja é rica em vitamina C, uma excelente aliada na hora de proteger o organismo de gripes, resfriados e outras doenças.

A fruta também tem fibras e proteínas em sua composição, as quais ajudam a normalizar o intestino preso.

Mas como oferecer as melhores frutas para bebês?

Para ter certeza de que você está fornecendo as melhores frutas para o seu bebê é essencial observar alguns pontos.

Na hora de comprar frutas, prefira as que estão na época, já que as vendidas fora do tempo contam com substâncias nocivas para que fiquem maduras. Opte pelas feiras orgânicas, em que as frutas não contêm agrotóxicos.

Além disso, evite oferecer frutas arredondadas e pequenas in natura, como uvas. Elas podem fazer com que a criança engasgue. Por isso, prefira cortá-las em pedaços menores e de mais fácil ingestão.

No mais, o bebê pode comer todo tipo de fruta, até mesmo as cítricas. O importante é nunca obrigar o pequeno a comer mais do que ele aguenta e consultar o pediatra sempre que necessário.

As frutas compõem parte importante da alimentação dos bebês e, por isso, devem ser escolhidas levando em conta suas propriedades e se são da época. Ao oferecer as melhores opções, o pequeno terá contato com diferentes texturas e vai ter um cardápio mais vasto!

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É possível monitorar o seu bebê a distância?

A tecnologia está sempre a serviço do nosso bem-estar. E em relação aos cuidados com o bebê, estão sendo desenvolvidas inúmeras opções para facilitar a vida dos pais e diminuir suas preocupações.

Deixar o bebê sozinho no quarto é um desses motivos para preocupação, pois os pais não estão por perto para saber se ele acordou, se está chorando ou se mudou de posição no berço. A boa notícia é: algumas inovações tecnológicas já nos permitem monitorar o bebê a distância, com diversos tipos de equipamentos eletrônicos. Vamos conhecê-las agora?

O que é monitoramento a distância?

Os monitores são dispositivos que permitem saber como o seu bebê está, mesmo quando você não está perto dele. Esses aparelhos podem transmitir os sons e movimentos do bebê, enviar informações sobre a respiração, posição em que a criança está deitada, frequência cardíaca e alertas se algo estiver fora do normal.

Quais são os benefícios do monitoramento?

Utilizando o monitoramento, você vai ficar tranquilo sabendo que seu pequeno está bem e que se algo estiver fora da normalidade, você vai receber um alerta do equipamento na mesma hora. Tudo isso sem ter que ficar de plantão na porta do quarto da criança ou verificando o seu sono de 5 em 5 minutos.

Dessa forma, você poderá focar em outras atividades, ler um livro, ouvir música, receber os amigos ou descansar um pouco mais, por exemplo.

Quais são e como funcionam os monitores?

A babá eletrônica, que possui um receptor no quarto do bebê e transmite os sons para outro aparelho, está sendo cada vez mais aperfeiçoada, recebendo novos recursos como captação de vídeo e sensores de movimento. Separamos alguns desses modelos para compartilhar com você. Acompanhe:

1. Babygrow com monitor

Esse monitor é um macacão que possui um dispositivo em forma de tartaruga acoplado ao tecido. Ele grava sons e detecta movimentos, informando se o bebê está dormindo ou acordado, como está a respiração e a temperatura e se ele está em uma posição adequada. Essas informações são enviadas para um aplicativo no smartphone, conectado ao monitor.

2. Monitor inteligente com vídeo

Esse monitor tem uma câmera de vídeo que grava em alta resolução e possui um amplo raio de visão. Permite acompanhar o seu bebê durante o dia, e também à noite, por meio de um aplicativo disponível para Android e iOS. O aparelho ainda possibilita que você fale com o bebê ou deixe-o escutando uma música suave.

3. Pulseira inteligente

No formato de pulseira ou tornozeleira, esse é um aparelho hipoalergênico que monitora os sinais vitais do bebê e fornece informações sobre o ciclo de sono, o ritmo cardíaco e os movimentos, alertando os pais em caso de alguma anormalidade, por meio do aplicativo instalado no smartphone.

4. Monitores em forma de botão

Esses monitores são os mais fáceis de usar. O pequeno button é preso à roupinha do bebê e monitora os ciclos de sono, a respiração e também os movimentos.

Com esse monitor, é possível saber se o bebê está acordado ou dormindo, se está chorando e até mesmo a posição que ele está deitado. Todas as informações são enviadas para o aplicativo instalado no smartphone, que também emite alertas quando o bebê acorda ou quando algo está fora da normalidade.

Viu só como o avanço da tecnologia está tornando possível monitorar o bebê a distância? Desenvolvemos o BabyHug, o primeiro monitor em forma de botão para bebês do Brasil, para que papais e mamães tenham mais tranquilidade não só na hora de dormir, mas em qualquer momento que não possam estar perto do bebê. Entre em contato conosco e saiba mais sobre esse sistema de monitoramento!

Mamãe de primeira viagem: tire suas dúvidas sobre o teste de Apgar

Assim que o bebê nasce, ele é submetido ao teste de Apgar, que tem como objetivo avaliar a vitalidade do recém-nascido. Mas nenhuma mamãe de primeira viagem precisa ficar nervosa: trata-se de um teste rápido, sem dores e que, com certeza, vai tranquilizá-la.

Desenvolvido em 1952 pela anestesista Virginia Apgar, o teste se popularizou no mundo inteiro como uma forma ágil e confiável de determinar quais devem ser os cuidados com o bebê logo após o parto.

Você conhece o teste de Apgar? Não se preocupe! Neste post, vamos tirar todas as suas dúvidas a respeito do assunto. Confira!

O que o teste avalia?

O teste de Apgar é a avaliação dos cinco sinais vitais do bebê no primeiro, quinto e décimo minuto após o parto — sendo que a cada um dos sinais é atribuída uma nota de 0 a 2, totalizando 10 pontos.

De acordo com as notas, o grau de tolerância que o recém-nascido teve em relação ao parto será verificado, assim como a adaptação que ele desenvolveu na vida fora do útero da mãe imediatamente após o nascimento.

Por que ele é realizado?

Conforme já foi dito, a realização do teste verifica se o bebê precisa de alguma ajuda nos seus primeiros minutos de vida. Por meio da observação de cinco critérios, será determinado se o recém-nascido está saudável. Caso seja constatado que o recém-nascido possui algum problema, os tratamentos mais adequados são indicados para que eles possam ser colocados em ação.

Como o teste é realizado?

O teste de Apgar baseia-se na observação e atribuição de notas a 5 critérios. Veja quais são eles:

  • Frequência cardíaca
  • Respiração
  • Tônus muscular
  • Irritabilidade reflexa
  • Cor da pele

A nota máxima é 10, mas não se preocupe: raramente algum bebê recebe a nota máxima. Desse modo, notas próximas de 10 também indicam que a vitalidade do bebê está ótima, tal como a sua adaptação à vida fora do útero.

O que significa a nota tirada?

A nota tirada pelo bebê pode possuir vários significados. Vejamos:

  • De 8 a 10 pontos: o bebê está em um estado de saúde muito bom, ótimo ou excelente. Nesse caso, ele dificilmente precisará de cuidados extra.
  • De 5 a 7 pontos: o recém-nascido está alocado em um estado regular de saúde. Pode haver a necessidade de aparelhos que o ajudem a respirar ou algum outro cuidado médico para auxiliar na respiração do pequenino.
  • Abaixo de 5 pontos: os bebês que tirarem essa nota muito provavelmente vão precisar de cuidados especiais após o parto.

Quando o bebê nasce, você pode perguntar a nota de Apgar que ele obteve. Mas não se assuste se a nota do primeiro minuto for mais baixa que a do quinto minuto. Isso acontece porque, por norma, a segunda nota costuma ser maior — visto que a criança se recupera muito rapidamente de todo o estresse do parto.

O que vale lembrar e deixar bastante claro às mamães de primeira viagem é que o teste de Apgar não é definitivo e não condenará o bebê a ter problemas para o resto de sua vida caso a nota tenha sido baixa. Ele apenas serve para determinar qual ação será tomada imediatamente após o parto em prol da saúde do pequeno.

Em caso de dúvidas, não deixe de consultar um médico para amenizar os seus receios.

Gostou do nosso texto? Você é uma mamãe de primeira viagem? Já conhecia o teste de Apgar? Deixe um comentário!

Conheça os brinquedos ideais para crianças de até 1 ano

Pais de primeira viagem sempre enfrentam dificuldades na tentativa de fazer as melhores escolhas para os seus filhos. Uma delas é saber quais brinquedos para crianças de 1 ano são os mais indicados.

No primeiro ano de vida é muito importante que algumas habilidades dos bebês sejam trabalhadas, visando o seu melhor desenvolvimento. Pensando nisso, separamos algumas informações sobre os melhores brinquedos. Confira!

Brinquedos de encaixe

Ao longo do primeiro ano de vida é fundamental que a coordenação motora da criança seja bem estimulada. A partir disso, os brinquedos ideais para ajudar nesse desenvolvimento são os de encaixe.

Além de promover o desenvolvimento motor, esse tipo de brinquedo pode aguçar ainda mais a percepção de mundo acerca do formato dos objetos. Desse modo, há uma estimulação da inteligência, uma vez que a brincadeira ajuda no aprendizado de estratégias para realizar os devidos encaixes.

Brinquedos que estimulam os sentidos

É extremamente benéfico optar por brinquedos que despertem o interesse mirim por meio da estimulação sensorial.

Brinquedos com luzes, cores fortes, que emitem sons, com texturas diferentes são ótimos pedidos. Podemos citar:

  • mordedores coloridos;
  • carrinhos musicais;
  • brinquedos de tecido;
  • livros de pelúcia etc.

Brinquedos Musicais

Além de estimular os sentidos por meio dos sons, alguns brinquedos podem ajudar no desenvolvimento de uma futura aptidão pela música e ainda a coordenação motora.

Um xilofone, por exemplo, pode demonstrar a diferença entre as notas musicais produzidas pelo toque. Há ainda os brinquedos que imitam instrumentos de percussão, que ajudam no desenvolvimento de ritmo. Tais como:

  • tambores;
  • maracas;
  • chocalhos;
  • móbiles musicais;
  • pratos etc.

Brinquedos que estimulam o desenvolvimento físico

O desenvolvimento físico de uma criança de até 1 ano é algo que deve estar entre as mais importantes preocupações dos pais. É durante esse período que ele começa a sentar, engatinhar e, por fim, andar. Dessa forma, brinquedos que estimulem a ficar de pé ou ainda de se movimentar são excelentes. São bons exemplos:

  • andadores;
  • carrinhos;
  • bolas etc.

Brinquedos com animais

São ideais para o desenvolvimento cognitivo. A partir do interesse pelos bichinhos, é possível estimular o aprendizado acerca dos diferentes tipos de animais, seus sons, formas, cores e até mesmo a maneira de caminhar.

Alguns exemplos de brinquedos com animais:

  • fantoches;
  • livrinhos ilustrados;
  • pelúcias de animais etc.

Brinquedos para o banho

Ter brinquedos na banheira é algo extremamente divertido para a criança. Isso facilita não só o trabalho dos pais nos cuidados com a higiene, como também permite que o bebê faça uma associação do banho como sendo um momento de prazer e alegria.

Podemos citar como exemplos:

  • patinhos de borracha;
  • bolinhas;
  • boias;
  • peixinhos etc.

Cuidados ao comprar brinquedos para crianças de 1 ano

Todo e qualquer brinquedo que estimule a imaginação e desenvolvimento cognitivo do seu bebê é uma escolha válida. Porém, deve-se atentar ao tamanho do brinquedo, excluindo opções que contenham partes pequenas, de modo que não haja risco de engolir.

  • compre brinquedos que tenham selo do Inmetro;
  • pesquise os que são fabricados com materiais que não se rompam;
  • tenha cuidado com os brinquedos que se parecem com comida de verdade;
  • observe que o pito dos brinquedos de borracha que emitem sons, não possa desprender-se e ser engolido.
  • oriente-se pelas informações que contém a etiqueta quanto a idade

Gostou das nossas dicas de brinquedos para crianças de 1 ano? Comente abaixo suas experiências com os brinquedos preferidos dos seus filhos durante o primeiro ano de vida!

Amamentação do bebê: conheça as recomendações da OMS para a prática

Recentemente, o Brasil foi apontado pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) — órgão associado à OMS (Organização Mundial da Saúde) — como sendo um país referência no aleitamento materno. Esse reconhecimento é proveniente, sem dúvidas, de uma grande campanha de incentivo que vem sendo feita no país em apoio à amamentação do bebê.

No entanto, você sabe quais são as recomendações da OMS para a prática da amamentação? Fique tranquila! Preparamos um post com todos os detalhes para você. Confira!

1. A amamentação do bebê deve ser feita de maneira exclusiva até os 6 meses de idade

De acordo com a OMS, a amamentação deve ser feita, de forma exclusiva, durante os seis primeiros meses de vida do bebê.

Isso porque o leite materno tem a capacidade de diminuir em até 13% as mortes por motivos evitáveis em crianças menores de 5 anos.

Muitas mães têm dúvidas se, de fato, são capazes de amamentar seus filhos durante seis meses. Nesse caso, o ideal é procurar a orientação de um obstetra para que ele possa esclarecer, auxiliar e mostrar todos os benefícios trazidos pelo aleitamento materno.

2. As mães devem amamentar seus filhos logo na primeira hora depois do parto

Amamentar o bebê logo após o parto oferece grandes vantagens tanto ao bebê, quanto à mãe.

O aleitamento auxilia na liberação da oxitocina, hormônio que ajuda a aumentar as contrações no útero da mulher — o que colabora na expulsão dos restos de placenta que ainda estão no corpo. Também já faz com que o corpo vá voltando ao normal.

Ademais, a mãe também passa a produzir outro hormônio: a endorfina. Ela, por sua vez, diminui as dores sentidas e muda o foco da dor para a promoção do bem-estar do recém-nascido.

Isso sem falar, é claro, que a amamentação estreita o laço entre a mãe e o filho e, quanto antes o bebê estiver no peito, mais vínculo será criado entre a mamãe e o neném.

3. Os bicos artificiais e as chupetas não devem ser dadas ao bebê

O uso de bicos artificiais e chupetas tem se disseminado cada vez mais na sociedade como uma alternativa para acalmar o bebê.

Entretanto, esse hábito pode trazer uma série de malefícios ao pequeno:

  • Afeta de maneira negativa o aleitamento materno.
  • Compromete o correto desenvolvimento do Sistema Estomatognático.
  • Pode causar deformidades na boca e na face.
  • Pode acarretar na má oclusão dentária.
  • As chupetas são feitas de materiais que podem liberar substâncias tóxicas quando em contato com a saliva.
  • Pode causar a Síndrome do Respirador Bucal.
  • Não existem bicos que sejam anatomicamente comparáveis ao bico do peito.

4. É preciso deixar o bebê mamar sempre que quiser

A OMS recomenda que a amamentação seja feita sob demanda, ou seja, que o bebê mame sempre que quiser.

Nas primeiras três semanas, por exemplo, o bebê costuma mamar de seis a oito momentos no dia. Após mamar, ele fica satisfeito, mais relaxado, e a mama — esvaziada — mostra-se mais macia depois de o pequeno sugar.

5. Mãe e filho podem e devem ficar juntos 24h por dia

O melhor lugar que o recém-nascido pode permanecer após o parto é no colo da mãe. Isso porque, além de fortalecer os laços entre a mamãe e o filho, também favorece o aleitamento e até mesmo diminui os riscos de aquisição de uma infecção relacionada à assistência dos sistemas de saúde.

Frente a todas essas informações, com certeza ficou mais clara a importância do aleitamento materno, bem como quais são algumas das recomendações da OMS em relação à amamentação.

Gostou das nossas dicas? Você já conhecia os benefícios e as orientações acerca da amamentação do bebê? Então não deixe de seguir nosso perfil no Twitter e nossa página no Facebook! Assim você fica por dentro de todo o conteúdo em primeira mão!

Montando o quarto do bebê: 5 cuidados necessários!

A chegada de uma criança é motivo de muita alegria para uma família. Por essa razão, muitas mamães preparam tudo com muito cuidado para que o quarto do bebê fique impecável.

No entanto, nem sempre a beleza é sinônimo de segurança, e é nesse ponto que os pais precisam ter mais atenção. No artigo de hoje, vamos apresentar uma lista com dicas de cuidados que você deve ter. Vamos lá?

1. Tenha atenção ao escolher o berço

Um dos primeiros itens adquiridos pelos papais de primeira viagem é o bercinho onde a criança ficará acomodada. Mas não olhe somente a aparência do móvel; certifique-se de que ele atende a algumas exigências importantes.

A primeira delas é o selo do Inmetro, que garante a qualidade do item. Além disso, as medidas também merecem atenção. As grades, por exemplo, não podem ter mais do 6,5 cm de espaço, para que o bebê não corra o risco de enfiar a cabeça no vão.

É imprescindível também ver o material com que o berço é fabricado. Observe as especificações quanto à tinta (de preferência compre algo que seja hipoalergênico). Não se esqueça de um colchão que seja exatamente da medida do móvel — nem maior ou menor. Isso diminui as chances de acidente.

2. Proteja as janelas

Além da cortina, que evita que os raios de sol batam nos móveis, você deve ter atenção ao fechamento das janelas. Tenha uma tela de proteção e travas de segurança nelas.

Nunca coloque móveis em baixo da cortina, pois um vento pode bater e derrubar ou arremessar objetos, que podem ferir os bebês. Se ela não for de correr, mantenha-as fechadas para que não batam e causem problemas.

3. Cheque a parte elétrica

Essa dica vale especialmente para aquelas casas mais antigas, que não passam por uma revisão elétrica há anos. Não deixe de fazer a checagem, especialmente no quarto do bebê.

Verifique se não existem fios expostos, se as lâmpadas e tomadas estão em perfeito estado. Nesse último caso, vale até mesmo uma atenção especial. Como os pequenos são bastante curiosos, muitas vezes colocam os dedinhos nas tomadas e correm o risco de levar choques elétricos. Você pode evitar isso: basta colocar protetores nesses locais.

4. Coloque protetores onde for possível

Os protetores são grandes aliados contra acidentes domésticos. Eles servem para armários e portas em geral. Além de evitar que eles abram com facilidade, também previne que apertem os dedinhos ou batam a cabeça. Lembre-se de que essa adaptação pode (e deve!) ser feita antes mesmo do nascimento, já que bebês costumam crescer e dar os primeiros passos rapidamente.

Se você tiver um trocador, lembre-se de mandar instalar proteções dos lados, isso evita que o bebê se vire na hora de trocar a fralda ou roupa. Dê atenção também às quinas: coloque acabamentos e protetores com espuma.

5. Tome cuidado antes de comprar itens que se movem

Os tapetes e os paninhos são parte da decoração. É normal que as mães queriam o quarto do filho impecável, porém atenção antes de comprar itens do tipo.

Os tapetes devem ser antiderrapantes e antialérgicos. Além de evitar que as crianças escorreguem e batam em algum lugar, previne o surgimento das reações alérgicas.

Cuidado também com os paninhos. Não os deixe acessíveis para que as crianças possam puxar. Lembre-se de que se tiver objetos em cima, eles podem cair nelas.

Os cuidados com um bebê são inúmeros e alguns até mesmo são imprevisíveis, mas como diz o ditado: é melhor prevenir do que remediar. Depois de todas as dicas que listamos, não se esqueça de deixar o quarto do bebê aconchegante para receber o novo membro da família!

E para continuar no assunto segurança, aprenda mais sobre como escolher o berço ideal para seu bebê. Boa leitura!

Aplicativos para mamães: conheça 4 sucessos de 2016

A gravidez é uma experiência mágica na vida de toda mulher. E a primeira gestação costuma ser mais especial ainda já que cada fase é nova e gera uma surpresa.

Embora esse seja um momento de muita alegria para toda a família, a chegada de um bebê geralmente traz muitas responsabilidades e tarefas. Como por exemplo, idas ao pediatra e uso de medicamentos no dia a dia.

Entretanto, não precisa se desesperar. Com a facilidade proporcionada pela tecnologia, os apps surgiram para te dar uma mãozinha na hora cuidar do filhote.

Portanto, continue a leitura deste post e confira os 4 aplicativos para mamães que vão simplificar a sua rotina com seu filho!

1. Caixa de Remédios

A utilização de medicamentos no cotidiano dos bebês geralmente se torna um bicho de sete cabeças para os pais de primeira viagem. O programa é uma ótima ferramenta para você entender melhor a lista de medicações que podem ser ingeridas pelo seu bebê. Sem contar que o app ainda auxilia na marcação de horários para que não haja o risco de esquecer alguma dosagem.

O Caixa de Remédio está disponível para dispositivos Android e iOS. Vale ressaltar que o app não substitui em nenhum momento a visita ao médico. Ele serve apenas como uma espécie de guia para que a mamãe não se confunda na hora de dar os fármacos ao pequeno.

2. Bebê Conecta

O software é indicado para facilitar a vida dos pais nas consultas do bebê. Como o pediatra normalmente faz diversas perguntas para saber se a saúde da criança está em dia, é importante conhecer os hábitos do seu filho.

O Bebê Conecta permite que você faça o registro de várias informações de utilidade, como quantas vezes a fralda foi trocada, como anda a qualidade do sono, quantas mamadas ele dá ao longo do dia, entre outras.

O aplicativo, disponível para Android e iOS, coleta os dados e realiza um gráfico e listas que podem, inclusive, serem enviadas por e-mail.

3. Vacinação em dia

De grande utilidade para os pais de primeira viagem e até mesmo para os graduados no assunto, o Vacinação em Dia serve para organizar o calendário de vacinas da criança.

O app fornece dados sobre campanhas de vacinação do SUS e oferece notas sobre as ações sazonais ou anuais.

E a mãe ainda pode marcar quais doses já foram tomadas com um maior controle de quais vacinas faltam para completar a carteira. Certamente a ferramenta é essencial para a organização do pequeno.

4. Baby Hug

Se você é mãe com certeza fica preocupada se seu filho está chorando ou se está dormindo na posição certa, não é mesmo? Para garantir a tranquilidade dos pais, o Baby Hug é um dos mais recomendados aplicativos para mamães.

A série de gadget em forma de button manda um aviso a você se algo ocorrer. O app supervisiona todas as informações do bebê, como movimentos bruscos e quedas, por exemplo.

Com ele você pode fazer um monitoramento de qualquer local do mundo e a qualquer hora. Basta colocar um tablet ou celular no berço para acompanhar o áudio e vídeo do pequeno.

E aí, gostou das dicas de aplicativos para mamães? Já conhecia algum? Não deixe de assinar nossa newsletter para ficar por dentro de novidades do universo das mães!