Pré-natal: entenda a sua importância e os exames essenciais

Depois de descobrir que está grávida, muitas mulheres procuram seu médico para um acompanhamento pré-natal. Nada mais natural, já que os exames são essenciais para o processo e podem garantir uma gravidez mais saudável e tranquila.

Se você concorda e quer saber mais sobre como acompanhar a evolução da sua gravidez pode ser um grande diferencial, então este post foi feita para você! Continue a leitura!

Por que um pré-natal é tão importante?

Os exames pedidos nesse período e o acompanhamento médico são uma forma de detectar possíveis problemas que possam ocorrem nesse período, como a famosa diabetes gestacional e a pré-eclâmpsia.

Para quem está tentando engravidar, o ideal é procurar um médico assim que tomar essa decisão, assim ele pode ajudar no planejamento para o período.

Para o caso de mulheres que engravidaram sem planejar, o ideal é que o acompanhamento médico comece assim que ela descubra da gravidez. Ter um obstetra por perto torna esse momento tão especial e único mais tranquilo para as mamães.

Que exames devo fazer nesse período?

Hemograma completo

O hemograma completo é o tradicional exame de sangue, avaliando todos os detalhes do seu corpo. É por meio desses índices que é possível verificar se a gestante está com anemia, infecção ou alguma irregularidade no sistema imunológico.

Esse é normalmente o primeiro exame pedido pelo obstetra, mas também pode ser repetido em outros momentos.

Glicemia

O exame de glicemia deve ser feito em jejum e identifica a quantidade de glicose no sangue da gestante. Se as taxas estiverem acima do normal, é preciso acompanhar de perto pois pode significar uma diabetes gestacional ou alguma outra irregularidade que possa prejudicar o bebê.

Sistema ABO e Fator Rh

Esse procedimento é muito importante e é o responsável por indicar o tipo de sangue da mãe. Com essa informação em mãos, os médicos saberão como agir caso a gestante precise de alguma transfusão de sangue.

Além disso, mamães com o fator negativo e que gerem bebês com o fator positivo devem tomar cuidado com a possibilidade de eritroblastose fetal, que é quando os sangues da mãe e do bebê entram em contato no momento do parto, fazendo a mãe criar anticorpos anti-Rh.

Se ela engravidar novamente de um bebê Rh+, esses anticorpos anti-Rh podem atacar as hemácias do novo bebê. Dessa forma, o médico precisa descobrir o fator Rh da mãe durante o pré-natal para poder aplicar um medicamento que impeça a formação desses anticorpos após o parto.

Reação para toxoplasmose e rubéola

Esses exames são os responsáveis por indicar se o paciente já teve alguma dessas doenças — tudo isso pela quantidade de anticorpos contra esses agentes. A toxoplasmose, por exemplo, pode causar sequelas no feto, comprometendo a formação.

Já a rubéola pode provocar complicações neurológicas, cegueira e surdez — motivos de sobra para tomar cuidado, concorda? Os exames são feitos no início do pré-natal e repetidos no terceiro trimestre.

Hepatite B e C e citomegalovírus

Esses exames verificam se a mãe tem alguma dessas doenças, pois elas também podem influenciar (e prejudicar) o desenvolvimento do feto. As hepatites, por exemplo, podem ser passadas para as crianças. Já o citomegalovírus é mais raro, mas pode gerar uma malformação no bebê.

Urina/fezes

O exame de urina e fezes são de rotina e podem revelar possíveis infecções ou patologias. Por mais simples que ela seja, deve ser tratada, já que pode passar para os rins e para o corpo inteiro, provocando o parto prematuro e outras complicações.

Ultrassonografia

As ultrassonografias são os exames mais comuns e esperadas pelas mamães, podendo causar muitas emoções. São eles que revelam onde a gestação está acontecendo (se é no útero mesmo), se existe é realmente só um bebê, a morfologia do bebê e, mais para o final da gravidez, se está tudo pronto para o parto.

Como você pôde perceber, o pré-natal é essencial para monitorar a saúde da mãe e do bebê, então não negocie nesse ponto. Agora que você já sabe quais são os principais exames, converse com seu médico e faça o acompanhamento corretamente.

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Doenças cardíacas, mães e bebês: entenda essa importante relação

Muitos são os cuidados a ter durante uma gestação e também depois que se tem um filho. Nesse sentido, conhecer a delicada relação entre doenças cardíacas, mães e bebês, é fundamental para se informar e ter o máximo de qualidade de vida.

Por isso, não perca a chance de saber mais sobre o assunto e entenda a seguir essa relação.

O comportamento do coração da grávida durante a gestação

A mulher que espera um bebê vive momentos de amor, expectativa e emoção. Seu coração tem um comportamento diferenciado durante a gestação.

O motivo é bem simples: por estar gerando uma nova vida, o fluxo de sangue bombeado por minuto no corpo das futuras mamães, chamado de débito cardíaco, sobe. Isso faz com que o coração tenha que trabalhar mais, aumentando a frequência cardíaca.

Não é incomum que as gestantes tenham batimentos cardíacos mais elevados ainda que em repouso, já que o corpo está trabalhando mais. Se não houver nenhum quadro prévio de cardiopatia, essa condição é totalmente normal.

Apesar disso, vale a pena ficar de olho nessas alterações, fazendo o acompanhamento constante com um médico especializado no assunto. Se tudo estiver em boas condições não é preciso se preocupar, já que o coração está preparado para aguentar essas mudanças.

Mães com problemas de coração prévio

Pode acontecer de a gestante ter problemas prévios de coração, o que complica um pouco toda a gestação. Justamente por causa do aumento do débito cardíaco, o desconforto é ainda mais intenso e até mesmo potencialmente perigoso.

Uma arritmia, por exemplo, se torna mais grave com o coração bombeando dois litros extras de sangue.

Além de inspirar cuidados em toda a gravidez, inclusive colocando-a na categoria de risco, cardiopatias em gestantes podem complicar na hora do nascimento. Para que tudo corra bem, o parto precisa ser monitorado de maneira mais intensa, além de ser necessário um cuidado maior com a medicação administrada nesse momento.

O procedimento do parto é tão delicado que a Sociedade Brasileira de Cardiologia para Gravidez e Planejamento Familiar da Mulher Portadora de Cardiopatia elaborou um documento com diretrizes sobre como deve ser o pré-natal, o parto e o pós-parto de gestantes com cardiopatia.

Com esse tipo de atenção, entretanto, as chances de a mãe e o bebê ficarem completamente saudáveis são muito elevadas.

A importância da cardiotocografia

A cardiotocografia é um exame realizado no bebê quando ele ainda está na barriga da mamãe. Ele serve para conferir se os batimentos do neném estão dentro do esperado e também para identificar como anda o bem-estar do ser que logo virá ao mundo.

Geralmente é feito mais para o final da gestação, até mesmo para identificar a necessidade do parto.

O exame é indolor e é feito ao posicionar dois sensores, em que um capta os batimentos cardíacos e o outro, as contrações uterinas.

Além de auxiliar na identificação de problemas cardíacos congênitos, esse exame também é útil durante a hora do nascimento para garantir que o bebê esteja recebendo o oxigênio necessário.

As doenças cardíacas mais comuns em recém-nascidos

Por mais que a mãe se cuide, a criança pode nascer com algum tipo de má-formação congênita em relação ao coração ou desenvolver problemas cardíacos logo no começo da vida.

Quanto antes o problema for diagnosticado, maiores são as chances de se ter qualidade de vida. Em alguns casos, operações são possíveis e, inclusive, corrigem a doença de maneira completa.

Entre os distúrbios cardíacos mais comuns em recém-nascidos estão:

Cardiopatias congênitas

É a formação deficiente e o mau funcionamento do pequeno coração do bebê que acontecem ainda na gestação. Algumas dessas cardiopatias são operáveis com sucesso e são relativamente mais raras: para os países desenvolvidos, a incidência é de 0,8% e para os menos desenvolvidos, de 1,2% de acordo cm a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Sopro no coração

É um termo popular que trata de um som diferente que o sangue faz ao passar pelo coração. Apesar de a situação parecer assustadora, geralmente um sopro no coração é inofensivo. Ao mesmo tempo, em alguns casos pode indicar algum tipo de problema a ser observado com mais atenção.

Arritmia cardíaca

É caracterizada por uma alteração no ritmo cardíaco, que pode ficar rápido ou lento demais. É uma condição que exige atenção e cuidados especiais, mas que pode se tratar apenas de uma questão transitória.

Taquicardia

É normal que nos primeiros momentos de vida, o recém-nascido tenha um ritmo cardíaco mais intenso. Porém, quando o valor chega na casa dos 200 batimentos por minuto, por exemplo, há indícios de taquicardia, uma condição em que o coração trabalha de maneira acelerada.

Como ter uma gravidez saudável e evitar problemas cardíacos

Por mais assustador que tudo isso pareça, tenha calma! Boa parte das condições cardíacas, tanto do bebê quanto da mãe, podem ser evitadas ou controladas com alguns hábitos saudáveis ainda na gravidez.

Pré-natal

O cuidado mais importante consiste em começar o pré-natal o quanto antes para acompanhar de perto o desenvolvimento do neném.

Quanto mais cedo esse acompanhamento começar, mais proteção existe para mamãe e para o bebê.

Alimentação saudável

O que você come também faz diferença para a saúde dos dois corações que batem no seu corpo durante uma gestação. É importante garantir a ingestão adequada de nutrientes por meio de alimentos naturais e também devem ser diminuídas as quantidades de sódio, açúcar e gordura.

Atividades físicas e bons hábitos

Manter-se ativa na gestação também é importante para deixar o coração mais forte e preparado para bombear esse tanto de sangue que é responsável por garantir o desenvolvimento da criança.

Além disso, a prática regular e moderada de atividades físicas ajuda na circulação, melhora o humor e também evita problemas como ganho excessivo de peso e hipertensão.

Fumar, beber e dormir pouco, por sua vez, são hábitos que devem ser cortados para que o coração fique sempre em dia.

Medicação e suplementação

Alguns medicamentos podem interferir no desenvolvimento do neném, inclusive do coração. Por isso, não se deve tomar nenhum medicamento sem antes falar com o médico para ter a certeza que é seguro.

Por outro lado, suplementar a alimentação com quantidades adequadas de ácido fólico favorece o desenvolvimento do bebê e diminui a chance de problemas congênitos.

Pensar em doenças cardíacas quando se fala de gestação e bebês pode ser assustador, mas com essas informações, agora você está pronta para se cuidar e também proteger o seu filho, garantindo o máximo de qualidade de vida e um coração que acelera apenas de emoção!

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Conte para a gente nos comentários!

6 atividades físicas para praticar durante a sua gravidez

A gravidez é um período mágico, mas há diversos cuidados que devem ser tomados nesse período: pele, alimentação, noites de sono, entre outros. Nesta lista dos mais importantes estão as atividades físicas na gravidez, que além de ajudar a futura mamãe na hora do parto, auxiliam na manutenção da forma, dando disposição para elas durante esse período.

As atividades físicas na gravidez ajudam a prevenir doenças gestacionais, mas é importante lembrar que devem ser de baixo impacto, evitando aquelas que mexem com os músculos abdominais. Por isso, descubra a seguir 6 tipos de atividades físicas para praticar durante a sua gravidez.

Hidroginástica

A hidroginástica é a queridinha dos obstetras e não é para menos, ela ajuda as futuras mamães a se exercitar com maior conforto ao longo da gravidez, principalmente, no terceiro trimestre gestacional. A hidroginástica aumenta a circulação evitando assim os inchaços que aparecem durante esse período, controla o índice glicêmico no sangue reduzindo o aparecimento de diabetes gestacional, causa uma sensação de bem-estar evitando a depressão na gravidez, aumenta a flexibilidade e o equilíbrio, melhorando as condições físicas no terceiro trimestre e na hora do parto.

Ioga

A ioga é uma das atividades físicas favoritas das grávidas. Além de trabalhar a flexibilidade, os exercícios e posições de ioga aumentam a capacidade de concentração, alinham o corpo evitando dores na coluna, melhora o sistema imunológico e evita diversas doenças que podem aparecer na fase gestacional. Fortalece os músculos de forma gradativa e suave, além de ter exercícios respiratórios importantes para a hora do parto e a meditação que ajuda a acalmar as futuras mamães.

Pilates

Uma das atividades físicas mais recomendadas na gravidez é o pilates. Se a grávida praticar desde o início da gestação terá mais vantagens nessa fase. Isso porque, o pilates melhora a flexibilidade e a postura, o que será muito importante no período final da gravidez e durante o parto. Este exercício fortalece os músculos da região do períneo, evitando complicações na hora do parto e ainda e ajudando em uma melhor recuperação. Também é eficiente contra as dores nas costas que aparecem ao longo do crescimento da barriga.

Caminhada

A caminhada é essencial para o período da gravidez. O fluxo sanguíneo aumenta com a prática, o que deixa o coração mais forte. Com isso, os problemas como hipertensão e pré-eclâmpsia gestacional são evitados. Outro ponto importante da caminhada, além de deixar em boa forma, melhora o sono, a sensação de bem-estar e o humor das grávidas.

Ginástica funcional

A ginástica funcional pode ser feita sem problemas pelas grávidas, contanto que a segurança dela e do bebê sejam preservadas. Por isso, exercícios sem estabilidade e de alto impacto são retirados dos treinos. A ginástica funcional pode trazer um aumento da capacidade cardiovascular, fortalecimento dos músculos, flexibilidade e coordenação motora de alto nível, tudo que uma grávida necessita para quando chegar a hora do parto.

Musculação

A musculação quando assistida pode ser praticada pelas grávidas. Ela ajuda a evitar a diabetes gestacional, dá força e desenvolve os músculos que ajudarão na hora do parto. Fortalece também os músculos das costas o que evitará dores na coluna futuramente. O que não deve ser feito são as abdominais.

As atividades físicas na gravidez têm uma grande importância para a futura mamãe, além de mantê-las saudáveis durante esse período, elas ainda ajudam na recuperação pós-parto. Procure as atividades físicas que mais combinam com você, sinta-se confortável ao praticá-las, mas não deixe de lado esse assunto. Quer saber mais sobre o mundo da gravidez e dos bebês? Curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de diversas dicas. Tenha uma boa hora!

5 alimentos que toda mãe deve comer enquanto está amamentando

Ter um bebê em casa e poder alimentá-lo é a melhor coisa para uma mãe. Mas o período de amamentação requer alguns cuidados especiais com a mamãe, uma vez que o cansaço e a alegria se misturam em momentos como esses.

A alimentação na amamentação é de extrema importância, para auxiliar a mãe a aumentar a produção de leite e para o bebê, que receberá os nutrientes adequados.

Pensando nisso, no post de hoje listamos os grupos de alimentos que toda mãe deve comer enquanto está amamentando. Confira!

Frutas e legumes

Ricas fonte de sais minerais e vitaminas, as frutas e os legumes devem estar presentes durante a alimentação na amamentação. A mãe se sentirá mais disposta ao consumir frutas como manga, abacate, maçã, banana e caju, e também legumes ricos em carboidratos, como batata, inhame e mandioca. O bebê, por sua vez, receberá todas as vitaminas provenientes desses alimentos.

Verduras e grãos

O ferro é parte importante para evitar anemia nas mães e aumentar a quantidade da substância no organismo do bebê. O ferro é importante para a fabricação de glóbulos vermelhos, que mantêm a saúde do sangue. Ricas fonte de ferro, as verduras são imprescindíveis na alimentação das mamães. Você pode optar pelas verduras com folhas escuras, como couve, brócolis, mostarda e espinafre, que possuem maior teor de ferro.

Além das verduras, as leguminosas (os famosos grãos) possuem alto índice de ferro — entre outros sais minerais. O consumo deve ser feito com moderação ou utilizando a técnica de deixá-las de molho durante 24 horas antes do preparo. Isso evitará o aparecimento de gases e cólicas nos bebês.

Gorduras saudáveis

As gorduras saudáveis como o azeite, as sementes e as castanhas são importantes para a reposição de magnésio nos organismos da mãe e do bebê. O magnésio auxilia na regulagem da densidade óssea e, também, no desenvolvimento do sistema nervoso. Sem falar que ele ajuda a manter noites de sono tranquilo.

Carnes

As carnes são fontes de proteínas, essenciais para a recuperação e a manutenção muscular. Carnes vermelhas magras e frango podem aumentar o índice proteico no leite que vai alimentar o bebê. Já os peixes, além de excelentes fontes de proteínas, possuem ácidos graxos (ômega 3 e ômega 6), que ajudam no desenvolvimento cerebral do bebê e mantêm a mãe longe do estresse.

Leites e seus derivados

O cálcio é imprescindível para a formação dos ossos do bebê. Por isso, o consumo de leite, manteiga e queijos magros é importante, uma vez que aumentam o índice de cálcio durante a fabricação do leite materno.

O que não deve ser consumido

O que não deve ser consumido durante a amamentação: bebidas e alimentos dietéticos, café e outros líquidos que possuem grande quantidade de cafeína, produtos industrializados e bebidas alcoólicas. Vale lembrar que a hidratação deve ser redobrada nesse período. Portanto, beba uma média de 3 a 4 litros de água por dia.

A alimentação na amamentação ajudará a mamãe e nutrirá melhor o bebê, que ainda é frágil e necessita desses nutrientes para a construção do seu sistema imunológico e para o desenvolvimento do corpo. Com uma boa nutrição, a mamãe poderá ficar longe da anemia, da depressão, da irritabilidade e do estresse. A alimentação na amamentação também pode auxiliar na prevenção do cansaço extremo. Sendo assim, invista na sua saúde e no seu bem-estar!

Agora que você já sabe quais alimentos ingerir durante a amamentação, aproveite para conhecer um pouco mais sobre a alimentação do seu bebê e como passar para alimentos diferentes!

Rotina de mãe: 6 filmes que toda gestante precisa assistir

Você já está com o bebê na sua barriga e fica se imaginando como deve ser a rotina de mãe, não é mesmo? Nada mais comum no dia a dia da gestante, já que a grande maioria (se não todas) fica imaginando cada detalhe desse momento tão especial na vida.

Pois bem, a boa notícia é que você pode se preparar e se planejar para essa nova vida vendo filmes que mostrem o trabalho, as maravilhas e o poder das mães. Veja a lista que preparamos para você.

Tudo sobre a minha mãe

O filme é um pouco mais antigo, já que foi lançado em 1999, mas conta com ótimos atores e uma direção espetacular. Com um enredo muito original e histórias polêmicas e muito engraçadas, você consegue se divertir com a rotina de mãe.

A história contada é de Manuela, interpretada pela atriz Cecilia Roth, que é uma mãe solteira que vive em Madrid, na Espanha. Em meio a uma rotina comum, ela vê um acidente desastroso acontecer com seu filho de apenas 17 anos. No dia do seu aniversário, ele corre para pegar o autógrafo de uma atriz e morre.

Depois de sofrer com as lembranças do filho, a mãe encontra um diário com anotações pessoais, medida que faz com que ela vá a Barcelona procurar o pai do menino. Nesse período, ela conhece uma freira (Penélope Cruz) que está de partida para El Salvador. Essa medida é suficiente para que ela adote um menino e descubra novamente a alegria de ser mãe e cuidar de um filho.

O filme é espanhol e foi dirigido por Pedro Almodóvar. Além de ser super emocionante, mostra a determinação e a força dessa mãe batalhadora, para superar momentos difíceis.

Os incríveis

Essa animação é muito divertida e também revela muito sobre o poder de ser mãe. Para você ter uma ideia, a mãe do desenho é chamada de Mulher Elástica e você já conseguiu entender a alusão, não é mesmo? Em uma rotina muito agitada e descontraída, ela é a responsável por cuidar dos 3 filhos, do marido e da casa. Para dar conta do recado, só com um braço flexível.

Essa é uma metáfora que fará você entender a realidade da família moderna e o desafio da maternidade no dia a dia de uma mulher. E claro, uma oportunidade de relaxar e se divertir um pouco!

Não sei como ela consegue

O título desse filme deveria ser o questionamento da maioria das pessoas, afinal de contas, dar conta do recado de ser mãe e ainda das outras atribuições diárias, não é nada fácil. O filme é de 2011 e interpretado por Sarah Jessica Parker, que ficou consagrada depois do seriado Sex and the City.

Nesse filme, ela vive uma mãe que está a um passo de enlouquecer. Como uma típica mulher moderna, ela divide seu tempo entre a casa, a família e a vida profissional (ela é uma analista financeira bem-sucedida). A carreira exige muito tempo e os filhos pequenos não param um minuto, trazendo um desgaste muito grande para a vida dela. Além disso, com tanta correria, o casamento acabou deixando de ser uma de suas prioridades.

Quando uma excelente oportunidade de carreira aparece, ela ainda tem que se desdobrar em várias viagens ao lado de um banqueiro bem charmoso. Como você pode perceber, esse é o filme ideal para quem vive o dilema de conciliar todas as esferas da vida.

A troca

Inspirado em uma história real, esse filme de 2008 vai arrebatar seu coração! A troca é a história de mais uma mãe, nesse caso interpretada pela linda Angelina Jolie. Depois de um dia longo de trabalho, ela volta para casa e percebe que seu filho desapareceu. Em meio a tanto sofrimento e desespero ela dá início a uma grande saga em busca dele.

No decorrer do filme, ela reencontra o suposto filho desaparecido. O filme retrata bem temas fortes como a impotência da mulher em certas situações, violência, abuso infantil e corrupção. E o mais impressionante é que, segundo o roteirista, 95% do roteiro foi desenvolvido a partir de 6.000 páginas desse fato histórico real, que aconteceu em 1928. Você vai se compadecer e sofrer com o desespero dessa mãe!

Zuzu Angel

Essa trama brasileira merece ser vista por você. Muitos brasileiros já ouviram falar de Zuzu Angel (nem que seja pelo viaduto que leva seu nome no Rio de Janeiro), mas poucos sabem o que ela passou. O filme mostra a trajetória de Zuleika Angel Jones, uma famosa estilista, que era mãe de Stuart Angel Jones, um militante político.

Depois de ser preso e morto em 1971, no período da Ditadura Militar, ele foi dado como desaparecido pelas autoridades da época. O desaparecimento do filho fez com que ela mobilizasse uma intensa busca por ele.

Mesmo depois de ter sido morto, como foi comprovado mais tarde, o governo militar continuava distribuindo cartazes com o rosto dele como se ele estivesse desaparecido. No meio do caminho, ela consegue ser capa de jornais internacionais e até faz um desfile em protesto a ditadura. Uma maneira de mostrar a força de uma mãe que coloca sua própria vida em risco por amor ao filho.

A história é tão emocionante que ela passou anos procurando pelo filho, sem nunca poder dar a ele o enterro que tanto quis. Zuzu é interpretada por Patrícia Pilar e Daniel Oliveira dá vida à Stuart.

Erin Brockovich — Uma mulher de talento

Esse filme de 2000 é mais um que deve fazer parte da sua lista e foi baseado em uma história real. A história acontece em torno de Erin Brockovich, interpretada por Julia Roberts, uma mãe solteira e que tem três filhos. A começar por aí, não deve ser nada fácil, concorda? A vida dela fica ainda mais confusa quando perde uma ação judicial e, depois disso, exige que seu advogado a empregue.

Pode parecer loucura, mas nesse momento ela descobre uma empresa que segue contaminando as águas de uma cidade e fazendo com que muitos dos moradores fossem diagnosticados com câncer. Ela vê a vida mudar ao começar a ajudar os outros, tendo um perfil super-humano como a maioria das mães.

Bem, a nossa lista está aí para você curtir nas horas vagas. Vale lembrar que muitos desses filmes já está disponível na internet ou em plataformas como o Netflix. Assistindo a cada um deles você fica sabendo mais sobre a rotina de mãe e se prepara psicologicamente para os meses que virão pela frente. Se você tem algum comentário ou gostaria de indicar algum outro filme legal, sinta-se livre para aproveitar o espaço destinado aos comentários. Nos encontramos em breve! Até lá!

Plano de parto: o que é e como fazer?

A realização de um plano de parto é a primeira entre as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para melhorar o nível de atendimento à parturiente. O documento é muito importante, pois registra as escolhas da mulher sobre o nascimento do seu bebê.

Embora tenha surgido nos Estados Unidos há cerca de 30 anos, muitos casais ainda têm dúvidas sobre como elaborar o plano de parto e quais são as suas funções. Neste post, você encontra informações e dicas de como produzir esse guia.

O que é o plano de parto?

O documento é um texto em que a mãe e o pai deixam registradas as escolhas nas etapas do parto. Pode ser feito em formato de lista ou carta corrida, assinado pelos pais e pelo médico.

Suas principais funções são fazer com que a mulher conheça e pense sobre cada fase do parto, deixar bem claro quais são suas preferências e evitar imprevistos difíceis de solucionar. É o que vai permitir que a equipe acesse facilmente os desejos da mãe sobre aquele procedimento.

Como fazer?

Para elaborar o plano de parto, primeiro converse com o seu médico sobre os procedimentos comuns e se informe para poder fazer suas escolhas. Reflita sobre o que você quer e o que não quer nesse momento e, então, faça uma lista.

Comece por questões do trabalho de parto. Você deseja a presença de um acompanhante? Quem será? Quer a raspagem dos pelos pubianos? Como? Pense também na sua movimentação enquanto espera o parto e sobre o uso de ocitocina e soro.

Sobre o momento do parto, é interessante listar suas escolhas sobre a posição desejada, possíveis cortes na vagina, ruptura artificial da bolsa e se o bebê será colocado em contato com você imediatamente ou não. Especifique também decisões sobre uma possível cesariana.

Por fim, liste os detalhes do pós-parto e dos cuidados com o bebê: expulsão da placenta, amamentação, local onde prefere que o seu filho fique a maior parte do tempo etc. Os itens que devem entrar na lista serão identificados ao longo dos meses, à medida que a gestante conversa com o médico.

Quando fazer e entregar?

As perguntas podem ser feitas ao especialista desde a primeira consulta. Durante os primeiros meses, a mãe pode ir acumulando toda informação possível sobre o assunto. A partir do sexto ou do sétimo mês, o documento pode começar a ser escrito.

Mostre o plano de parto para o médico assim que preencher a maior parte do conteúdo e converse com ele sobre as possibilidades. Deixe para entregar uma cópia assinada para ele e para o hospital apenas quando o parto estiver bem próximo, pois sempre podem surgir alterações.

O documento facilita que as escolhas da mãe fiquem acessíveis, mas lembre-se de que não se trata de uma lista de ordens, e sim de um ponto de partida. É um direito da gestante especificar suas preferências. Caso a instituição não aceite receber o plano de parto, a mulher pode recorrer à Justiça para garantir esse direito.

Já possui alguma experiência com o plano de parto? Ainda tem dúvidas sobre como fazê-lo? Divida suas questões com a gente nos comentários.

8 alimentos que você deve consumir durante a gravidez

Grávidas têm que comer por dois, certo? Em parte. Com relação à quantidade, comer em dobro só te fará engordar, afinal, um bebezinho que ainda está se desenvolvendo não precisa da mesma quantidade de calorias que um adulto para sobreviver, não é mesmo?

Mas com relação à qualidade, aí sim você deve comer tanto por você quanto pelo seu bebê, para que os alimentos ingeridos tenham os nutrientes que você precisa para ter energia e, ainda, ajudem no desenvolvimento da criança.

O ponto de partida para uma alimentação saudável durante a gravidez é ter uma dieta balanceada, mas existem alguns alimentos para gravidez específicos que devem ser consumidos em cada período da gestação, por terem nutrientes essenciais tanto para a mãe quanto para o bebê. Confira!

Frutas cítricas

Durante a gravidez, é muito importante aumentar o consumo de ácido fólico, presente em alimentos como as frutas cítricas, brócolis, e folhas escuras, como couve e espinafre, pois ele contribui para a formação do bebê.

Banana

Rica em vitamina B6, que é um ótimo nutriente para cortar o enjoo e que também contribui para o desenvolvimento do bebê, a banana e outros alimentos como legumes, carnes magras e peixes devem fazer parte da dieta das gestantes.

Iogurte

O iogurte e o leite fermentado são excelentes opções para consumo durante a gravidez, pois auxiliam no funcionamento do intestino, além de contribuírem com o fortalecimento da imunidade tanto da mãe quanto do bebê.

Feijão

Para diminuir o cansaço que é cada vez maior durante a gestação, é muito importante consumir alimentos ricos em magnésio, como o feijão. O magnésio também previne cãibras e aquela sensação de fadiga, e ainda pode ser encontrado no abacate, ervilhas e nozes, por exemplo.

Aveia

Durante a gestação é muito comum se sentir constipado, e com o passar do tempo a sensação fica mais forte. Por isso, neste momento é fundamental aliar o consumo de fibras e a grande ingestão de água. As fibras estão presentes em alimentos como aveia, cereais, frutas e legumes.

Acerola

Rica em vitamina C, a acerola deve ser consumida para aumentar a proteção e a imunidade do seu organismo, diminuindo os riscos de ficar gripada ou pegar uma infecção. Invista, ainda, em outros alimentos ricos em vitamina C como laranja, morango e limão.

Leite

Durante a gestação, principalmente nos últimos meses, é muito importante aumentar a ingestão de cálcio, para que o nutriente ajude na formação dos ossos do bebê, sem que a mãe fique com deficiência deste nutriente. Leite e derivados, folhas verdes e grãos são alguns exemplos de alimentos ricos em cálcio.

Oleaginosas

No último mês da gestação, o bebê começa a se desenvolver na parte física e neurológica e, por isso, a ingestão de ômega 3 é muito importante para auxiliar nesse processo. As oleaginosas e os peixes como salmão, sardinha e atum são fontes ricas de ômega 3.

Agora que você já sabe quais tipos certos de alimentos para a gravidez, é importante se lembrar de que os cuidados continuam após o parto, pois tudo o que você come vai para o seu bebê, através da amamentação.

E aí, gostou das nossas dicas sobre alimentos para gravidez? Tem alguma dúvida? Deixe o seu comentário!

6 dicas essenciais para uma gravidez saudável

Que gestante não sonha ter uma gravidez saudável, não é mesmo? Depois de receber o resultado positivo, muitas tomam algumas medidas, como parar de fumar e de beber, mas esse é só o primeiro passo. Afinal de contas, você está cuidando de você e de outra pessoa também!

Veja alguns passos que pode seguir para ter uma gravidez tranquila, tanto no sentido físico quanto emocional. Vamos lá?

1. Não abra mão do pré-natal

Se quiser ter um acompanhamento de verdade nesse período, não se esqueça de que o pré-natal é o passo essencial. Escolha o médico que preferir e marque sua consulta. Você pode pedir recomendações para as suas amigas, até porque essa é uma escolha muito importante. Pois bem, depois de escolhido, veja os cuidados que precisa ter, se o seu corpo está pronto ou tem alguma carência de vitaminas, por exemplo. Assim, você fica bem melhor para gerar o bebê com tranquilidade.

2. Tenha uma alimentação melhor

Tudo o que você come pode afetar diretamente o bebê que se desenvolve dentro de você. Se já se preocupava com a alimentação saudável antes de descobrir que estava grávida, tenha cuidados ainda mais especiais nesse período. Para ter resultados melhores, você pode procurar um nutricionista ou médico, mas o importante é a dieta rica em verduras, legumes, frutas, carboidratos integrais e proteínas.

Esses cuidados também envolvem uma análise mais criteriosa antes de comer qualquer coisa, até porque os alimentos podem estar contaminados, aumentando o risco de atingir o bebê. Evite comer carne crua ou malpassada, devido ao risco de toxoplasmose, lave bem as verduras e frutas, e as mãos também. Quanto mais cuidado você tiver, menos precisará se preocupar!

3. Faça atividades físicas

Exercitar-se no período da gestação é uma ótima maneira de ter a força de que precisa para esse período de tantas mudanças no seu corpo. Com essa prática, você consegue controlar melhor o peso e lidar com as dores nas costas por causa do aumento da barriga, o que pode até ajudar na hora do parto. Além disso, as atividades físicas melhoram o seu humor, já que liberam serotonina, dando uma sensação de leveza e bem-estar.

Mas, claro: vale a pena ser criteriosa quanto ao esporte que vai praticar. Nada de atividade com muito contato físico em que você possa cair ou ser impactada na barriga. Dê preferência a opções como hidroginástica, pilates e caminhadas.

4. Tenha um tempo de descanso

Alguns períodos da gestação são marcados por muito cansaço e sono, então siga o ritmo do seu corpo e pegue mais leve. Dê uma relaxada durante algumas horas do dia. Se conseguir dar uma cochilada depois do almoço, de preferência com os pés para cima, melhor ainda!

5. Não tome remédios sem prescrição

Esqueça o hábito de se automedicar. Para todo remédio que você pensar em tomar, é muito importante, antes, perguntar ao seu médico se pode. Se quiser tirar todas as dúvidas de uma só vez, faça uma lista com os que você toma (para dor de cabeça, cólica, alergia etc.) e veja se pode tomar quando precisar. Assim, você não faz nada fora da indicação!

6. Beba menos café

Café e refrigerantes são feitos com cola, sendo muito estimulantes. Portanto, tente controlar o consumo desses líquidos, que podem até trazer problemas no período de gravidez. A quantidade máxima que você deve tomar são três cafezinhos pequenos por dia.

Se quiser seguir o embalo e saber a solução para as suas quatro maiores dúvidas sobre a gravidez, não deixe de clicar aqui. Assim, você já vai se informando melhor sobre como se portar nesse período, certo? Nós nos encontramos em breve! Até mais!

 

Photo by: Donnie Ray Jones

Final da Gravidez: o que a mamãe precisa saber?

Para as mamães, especialmente as de primeira viagem, o final da gravidez é o momento que gera maior ansiedade. É quando o bebê está perto de nascer e algumas dúvidas sobre como devem ser esses últimos dias podem surgir na mente de muitas grávidas.

Clinicamente falando, o médico pode detectar vários sinais de que o dia do parto está cada vez mais próximo. Alguns desses sinais são:

  • A perda do tampão (um tipo de muco que se forma no colo do útero impedindo a entrada de bactérias);
  • A frequência cardíaca do bebê;
  • O tamanho da dilatação;
  • A presença ou não da bolsa.

Quando a gestação alcança a 32ª semana é comum que a mulher comece a sentir algumas contrações que muitas vezes podem ser confundidas com o trabalho de parto. Assim, o ideal é que a licença maternidade seja requerida já na 36ª semana, uma vez que na 37ª, o feto já é considerado maduro e pode nascer a qualquer momento.

Leia nosso post e esclareça algumas dúvidas comuns sobre esse período da gestação.

É possível trabalhar normalmente até os momentos finais da gravidez?

Isso depende de como cada mulher está enfrentando a gravidez. Algumas podem se sentir bem desconfortáveis e com muitas dores nos membros inferiores e na coluna. Já outras podem sentir-se bem até o dia do parto, sem nenhum problema.

Para aquelas que não suportam ficar em casa sem fazer nada e querem permanecer trabalhando, aqui vai uma dica: comece a viver em slow motion. Faça tudo o que você fazia, só que agora em câmera lenta. Se vai subir escadas ou rampas, que seja mais devagar para evitar os riscos de quedas.

Até quando se exercitar?

Não é necessário parar de fazer exercícios, mas a prática necessita de maior cuidado. Apenas o médico pode dizer se você pode ou não continuar praticando exercícios e em qual intensidade. É preciso ter mais cuidado durante os primeiros 3 meses de gestação.

Sexo no último mês pode?

Algumas pessoas têm medo de manter relações sexuais nas últimas semanas temendo que o ato estimule o trabalho de parto. Teoricamente ele pode ser estimulado pela ejaculação masculina (ela contém a prostaglandina, que estimula a contração do útero), mas isso não basta. É necessário um conjunto de fatores para fazer a mulher entrar em trabalho de parto.

É comum ter contrações muito antes do parto?

Sim, é bastante comum e essas contrações têm um nome específico: Braxton-Hicks. Elas servem para preparar o útero para o momento do trabalho de parto. Elas acontecem de forma pontual, aparecendo uma vez ou outra, sem um ritmo exato.

Caso a contração seja previsível e em períodos, ou seja, de 5 em 5 minutos, de 10 em minutos e assim por diante, ela já é considerada um alerta para o nascimento da criança.

Posso comer de tudo?

Não há muitas restrições, mas é preciso evitar alimentos ácidos e outros que causam refluxo ou demoram para serem digeridos, como as proteínas. Como o bebê está ocupando um grande espaço, é comum que o estômago fique mais lento e a sensação de estar sempre “cheia” é muito grande.

O ideal é ingerir uma quantidade menor, porém com mais frequência. Os carboidratos são fáceis de serem degradados e assim se tornam boas opções para o período final da gravidez.

Ficou com alguma dúvida? Tem mais dicas para acrescentar? Comente aqui!

Zika Vírus: 4 dicas de prevenção para gestantes

Com o noticiário tomado por notícias sobre o aumento de casos de dengue, febre chikungunya e infecção por zika vírus, aumentam as preocupações com a saúde, especialmente das crianças. Entretanto, as preocupações se tornaram ainda maiores quando começaram a aparecer inúmeros casos de microcefalia em bebês cujas mães tinham tido sido contaminadas pelo zika vírus durante a gestação.

Ainda não há tratamento que traga a cura da microcefalia, uma condição neurológica cujo sintoma mais evidente é o tamanho menor da cabeça e do cérebro do recém-nascido. Esse tamanho reduzido traz implicações, em maior ou menor grau, para o desenvolvimento da criança, que passa a necessitar de atendimentos específicos para se desenvolver e ter qualidade de vida.

Confirmada a relação entre o zika vírus e a microcefalia — e diante das implicações que ela pode trazer para os bebês —, uma pergunta exige resposta imediata: como se prevenir da contaminação pelo zika vírus?

Saiba o que fazer para se prevenir do zika vírus

Sabe-se que o principal meio de contaminação pelo zika vírus é a picada do mosquito Aedes aegypti. Esse mosquito, uma vez que tenha picado uma pessoa contaminada, é capaz de trazer consigo o vírus por toda a sua vida. Aí é só picar pessoas sadias para o vírus se espalhar.

O ideal seria poder nos livrarmos de todos os mosquitos dessa espécie. Contudo, por mais que você cuide de seu quintal e tome todas as providências para evitar a proliferação desse inseto, não dá para garantir que todos farão o mesmo, não é verdade? Então, o jeito é evitar, a todo custo, o contato com o mosquito.

Saiba o que você pode fazer para se prevenir do zika vírus e das demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti:

1. Use repelentes

Existe uma infinidade de repelentes: em creme, em spray, especiais para bebês etc. A boa notícia é que todos os repelentes aprovados pela Anvisa são adequados para o uso pelas gestantes. Apenas fique atento para algumas recomendações: usar o produto, no máximo, três vezes por dia, lavar as mãos após a aplicação e não aplicar próximo dos olhos, boca, nariz e região genital.

Algumas pessoas têm o costume de fazer o seu próprio repelente, a partir de álcool e cravo-da-índia. No entanto, ainda não foi comprovada a eficácia dessa solução. Também não existem testes conclusivos para os repelentes à base de citronela existentes no mercado. São considerados eficientes os repelentes à base de DEET, icaridina e IR3535.

Só não esqueça de usar o repelente sobre as roupas. Você pode, também, lançar mão dos inseticidas elétricos.

2. Use roupas claras

O Aedes aegypti tem fotofobia (aversão à luz), então usar roupas claras vai mantê-lo distante. Outra dica é usar calça e camisa de mangas compridas, para diminuir a exposição da pele.

3. Instale telas de proteção e mosquiteiros

Instale telas em todas as janelas da casa e mantenha as portas fechadas. Mosquiteiros sobre a cama vão mantê-lo distante de mosquitos enquanto dorme.

4. Evite se expor em áreas externas

Evite frequentar áreas abertas, como parques e jardins. Locais com presença de vegetação facilitam a proliferação do mosquito. Pelo mesmo motivo, prefira ficar em ambientes fechados pela manhã e à tardinha.

Além de todos esses cuidados, não deixe de fazer aquela inspeção minuciosa, no mínimo a cada sete dias, em seu quintal, em busca de possíveis focos do mosquito, eliminando qualquer espaço onde possa juntar alguma quantidade de água.

Todo cuidado é pouco para garantir as condições para que o bebê nasça e cresça saudável, não é mesmo? Quer saber mais sobre cuidados com o bebê? Clique aqui e descubra como garantir uma noite de sono tranquila e muito mais.