5 dicas para que a mãe descanse bem enquanto cuida do bebê!

O período de mamadas noturnas e algumas situações que exigem mais atenção durante a noite, como as temidas cólicas e os riscos de refluxo, geram muito cansaço físico. Mas há várias dicas para a mãe descansar, mesmo nesses períodos em que o bebê necessita de mais atenção.

E saiba: o descanso é papo sério! O repouso é essencial para que os organismos das mães estejam em equilíbrio para exercer a maternidade.

Neste post, vamos te mostrar 6 ótimas dicas para que o desgaste não atrapalhe o cuidado amoroso que você dá ao seu pequeno!

1. Conheça a fase pela qual o seu bebê está passando

Os bebês nascem sem nenhum ciclo circadiano, que é aquele responsável por influenciar na desaceleração do organismo quando a noite vai chegando. O leite materno produzido à noite, porém, é rico em melatonina e, quando oferecido ao bebê, ajuda na construção de uma rotina de sono.

Além dessa primeira fase, muitas outras podem tirar o sono das mães, como o surgimento dos primeiros dentes ou as cólicas. Compreender o que é esperado em cada época permite que a mãe mantenha-se calma e saiba fazer uma leitura do que é preciso para cuidar do bebê.

2. Desacelere a rotina doméstica

Se a mãe não está dormindo à noite porque precisa amamentar ou dar um remédio para o bebê, precisa descansar durante o dia.

Para isso, ela pode ter que reduzir a rotina de limpeza da casa, o capricho na organização dos brinquedos e até fazer pedido de refeições saudáveis no delivery.

Descansar ao longo do dia, mesmo sem adormecer totalmente, é fundamental para o organismo estar preparado para a noite seguinte. No caso das mães lactantes, o sono também é responsável pela produção de um leite rico para o bebê.

3. Valorize uma dieta saudável

Mães que amamentam devem procurar ingerir alimentos nutritivos, e essa preocupação com a saúde é algo essencial não somente enquanto os filhos são pequenos, mas durante toda a vida.

Manter uma alimentação balanceada e com várias refeições ao dia ajuda no fortalecimento do organismo, que pode ser exigido mais à noite. Além disso, optar por refeições leves e sem estimulantes (como a cafeína) no período noturno pode ajudar na hora do repouso.

4. Tenha a tecnologia como sua aliada

Adotando essas três primeiras dicas, as mães já estarão mais fundamentadas, sabendo como criar intervalos na rotina diária para descansar e fortalecer os seus organismos para que haja energia suficiente para os cuidados com os bebês.

Depois, chega a hora de facilitar o monitoramento e os cuidados. Algumas tecnologias e soluções facilitam muito a rotina, como os berços que podem ser acoplados na cama de casal.

A tecnologia também já chegou ao mundo dos bebês com os wearables, clips biocompatíveis, colocados nas roupas dos pequenos, que proporcionam monitoramento 24 horas por dia. Dentre as facilidades, estão vários tipos de alarmes, babá eletrônica e a possibilidade de compartilhamento de dados.

Dessa forma, o alarme pode acionar a mãe se o movimento do bebê estiver atípico e mais intenso, e os dados monitorados podem ser compartilhados com a família ou levados no aplicativo para uma consulta muito mais fundamentada com o pediatra.

5. Crie uma rede de apoio

A mãe é uma figura fundamental para o bebê, mas pode (e deve!) contar com o pai e os familiares e amigos nessa caminhada. Ter o apoio de pessoas próximas nos primeiros dias de maternidade é essencial, mas nos meses seguintes também.

O convívio permite que bebês estabeleçam uma relação de confiança com outros adultos e não estranhem os cuidados deles quando a mãe precisar se ausentar.

Existem muitas mais formas de a mãe descansar, como evitar televisão e distrações na hora de dormir, criar uma rotina sem se tornar prisioneira dela e confiar no instinto.

Sabendo disso, é preciso ver quais técnicas se adaptam melhor à mãe para facilitar e melhorar a rotina materna. Afinal, os momentos que exigem mais cuidados com o bebê fazem parte da maternidade e ficam guardados na memória.

Depois de conhecer dicas para a mãe descansar, que tal conferir mais informações sobre maternidade? Siga as nossas atualizações no Facebook e no Twitter!

Conheça o método BLW: a introdução alimentar sem papinhas

Você já ouviu falar no método BLW? Apesar de a expressão ser recente, a sua prática é comum há muitos anos no mundo todo. Sem nem conhecer a técnica, é possível que muitos pais já tenham recorrido ao uso dela simplesmente por instinto.

Para entender o que é o método BLW e avaliar se ele pode ser uma boa alternativa para o seu bebê, confira, no post de hoje, as principais questões sobre o tema.

O que significa BLW?

BLW é a sigla para a expressão Baby Led Weaning, da língua inglesa, e quer dizer que o desmame é guiado pelo próprio bebê. É uma maneira de começar a introduzir novos alimentos na dieta infantil, depois do período de amamentação exclusiva, mas com opções diferentes das tradicionais papinhas.

A introdução do método BLW geralmente tem início a partir dos 6 meses de idade dos bebês. A intenção é que a criança comece a participar das refeições, sentada à mesa com os familiares, levando à boca os alimentos que ela mesmo escolher.

Para isso, os pais disponibilizam alimentos em tamanhos adequados, a fim de que a criança possa “explorá-los”, e deixam que ela determine a velocidade e a quantidade da sua própria refeição. A premissa do método é oferecer alimentos saudáveis para os pequenos, como cenouras cozidas, brócolis, beterraba e frutas secas, por exemplo.

Quais são os principais benefícios do método BLW?

Uma das vantagens é poder estimular, no bebê, a percepção do gosto de cada alimento, fazendo com que a criança comece a identificar texturas e sabores diferentes, percebendo aqueles que mais agradam o seu paladar.

As papinhas, embora possam ser nutritivas, misturam tudo de uma vez e não possibilitam esse aprendizado. Inclusive, muitos pais que optam por elas sofrem, mais tarde, com filhos que se acostumam com as comidas batidas e não se adaptam à alimentação sólida, passando a ter uma dieta restrita e desequilibrada.

Outro benefício está ligado ao desenvolvimento das habilidades manuais e da coordenação motora. Apesar de a fase inicial geralmente ser mais difícil, com muito alimento derrubado pela chão, aos poucos o bebê consegue acertar o caminho até a boca para fazer a mastigação.

O método BLW tem também como intuito estimular os sentidos e a autonomia da criança desde cedo, motivando-a a realizar as suas próprias tarefas, proporcionando, assim, aprendizados e maior autoconfiança.

Quais são os cuidados necessários ao adotar o método BLW?

A principal preocupação deve ser para que o bebê não se engasgue com a comida. Para isso, é bom ficar sempre atento ao desempenho da criança, mantê-la sentada em posição vertical e disponibilizar os alimentos em textura e tamanhos adequados.

Normalmente, para calcular as porções, recomenda-se levar em conta o tamanho do punho do bebê. Na hora do preparo, o ideal é cuidar para que os alimentos não fiquem muito duros nem muito cozidos a fim de que não impeçam uma boa mastigação. Outro cuidado é evitar que objetos pequenos ou alimentos indesejados fiquem ao redor do bebê, já que ele estará sendo estimulado a pegar e comer tudo o que estiver por perto.

Contudo, ficar atento não significa ajudar, segurando os pedaços, facilitando a alimentação. Faz parte do método BLW que o ato de comer seja uma descoberta da própria criança. Por isso, saiba que, inevitavelmente, roupas e superfícies próximas podem ficar bem sujas!

Por fim, se houver alguma rejeição por parte do bebê, tente oferecer outros sabores e, alguns dias depois, volte a oferecer o alimento recusado. Aos poucos, será possível perceber e respeitar as preferências do seu pequeno.

E então, gostou de conhecer o método BLW? Deixe um comentário se ainda tiver alguma dúvida ou, então, conte sobre alguma experiência que você já tenha vivenciado!

Você conhece a pedagogia Waldorf?

Atualmente, são mais de mil escolas Escolas Waldorf espalhadas pelo mundo. É preciso entender o que propõe essa nova forma de pensar sobre a educação escolar para que estejamos atualizados quanto ao que realmente vai influenciar de forma positiva a infância de nossos filhos.

Mas, afinal, o que é a pedagogia Waldorf? Trata-se de um método de ensino baseado na Antroposofia que, traduzido de forma literal, significa “conhecimento do ser humano”, ou seja, o ser humano tomando conhecimento de sua natureza e do universo que o cerca.

De acordo com Rudolf Steiner, criador dessa linha filosófica, a antroposofia é “um caminho de conhecimento que pretende fazer o espírito humano chegar à união com o Espírito Cósmico”. Aplicando esses conceitos na pedagogia Waldorf, temos uma metodologia que é vista como uma revolução na área da educação.

Por se tratar de um método completamente diferente do que é visto tradicionalmente nas escolas, neste post, mostraremos para você um pouco do que é a pedagogia Waldorf e sua importância na educação infantil, passando por um breve histórico até chegarmos aos princípios básicos desse método pedagógico. Confira!

Como surgiu a pedagogia Waldorf?

Na Alemanha, mais especificamente no ano de 1919, Steiner, fundamentado na antroposofia, introduziu a pedagogia Waldorf em uma escola que atendia filhos de operários de uma fábrica de cigarros, chamada Waldorf-Astória. Filósofo e fundador da antroposofia, Steiner criou, a partir do sucesso de sua experiência, um método que se espalhou por todo o mundo.

Quais os principais pilares da pedagogia Waldorf?

Escola, professores, pais e alunos são incentivados quanto a autonomia e determinam o currículo em conjunto, pensando no desenvolvimento humano. Os conteúdos tradicionais e indicados pelo MEC são abordados, porém com um foco maior na humanização e nos potenciais da criança, deixando que o ensino-aprendizado ocorra da maneira mais natural possível.

O que faz da pedagogia Waldorf diferente dos métodos tradicionais?

O aprendizado baseado na pedagogia Waldorf vai incentivar a criança a lidar com o conhecimento de si mesmo para transformar o modo de convivência com o outro, além de aprender a ser e fazer sempre com foco no ser humano. Esse é um método de ensino que vai além do pensar, agindo também no âmbito do querer e do sentir.

Onde encontrar escolas que seguem essa proposta de ensino?

A maioria das escolas que utilizam a pedagogia Waldorf está localizada no continente europeu e na América do Norte. No Brasil, a primeira escola surgiu em São Paulo e já se expandiu por várias outras cidades. No site da Federação das Escolas Waldorf no Brasil, você pode buscar pela instituição mais próxima.

Uma escola Waldorf segue princípios básicos que se preocupam com a valorização da liberdade humana em tomar decisões e de fazer escolhas. Além disso, neste método de ensino, é essencial enxergar o ensino-aprendizado como uma experiência de troca, pensando em como nossas atitudes vão interferir no mundo.

O método da pedagogia Waldorf vai respeitar o tempo de cada indivíduo, transmitindo conteúdos de acordo com o que a criança demonstra estar preparada para aprender. Estimulando a curiosidade dos pequenos, aos poucos ela irá, de forma autônoma, buscar por aprendizados necessários para sua vivência na sociedade.

O que você achou da pedagogia Waldorf? Queremos saber suas percepções quanto a esse método! Use o campo abaixo e deixe seu comentário.

3 sintomas do terror noturno infantil

Se você tem filhos ou cuida de crianças, certamente se preocupa com a qualidade do sono dos pequenos, não é verdade? Então, imagine a seguinte situação: a criança finalmente adormeceu no quarto. Porém, pouco tempo depois, desperta gritando. Ao chegar no quarto, você a encontra sentada na cama, com uma intensa expressão de terror ou pânico, mas não consegue fazer com que ela se acalme. Minutos depois, a criança volta a adormecer. Ao acordar, é interrogada pelos responsáveis, mas garante não se recordar de nada — esse é o quadro mais comum quando se trata do distúrbio do sono chamado terror noturno infantil.

Os episódios duram, normalmente, de 1 a 10 minutos e são diferentes dos pesadelos e do sonambulismo. De acordo com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), essa parassonia ocorre com mais frequência em crianças pequenas: mais de 35% das crianças com um ano e meio apresentam os principais sintomas, sendo mais comum em meninos.

Quer saber quais são os principais sintomas e o que fazer caso o seu filho apresente crises de terror noturno? Continue a leitura!

Quais são os principais sintomas do terror noturno infantil?

Sinais de ansiedade

Durante o episódio de terror noturno, a criança apresenta alguns sinais claros de ansiedade. A pupila fica muito dilatada e isso é fácil de se observar, já que, normalmente, os olhos ficam bem abertos. A respiração fica ofegante, e o batimento cardíaco, acelerado. Há, também, um aumento considerável da transpiração no corpo todo.

Expressões de terror intenso

Os episódios quase sempre são marcados por um grito de pavor quando a criança desperta de repente. Além disso, as expressões do rosto indicam esse intenso medo ou pânico experimentado.

É muito difícil acordar ou consolar a pessoa durante o episódio e, quando interrogadas, crianças raramente se lembram do que aconteceu ou se sonharam com alguma coisa.

Início do sono

O terror noturno quase sempre acontece no início da noite, no primeiro terço do sono. É raro que episódios ocorram nos cochilos tirados durante o dia.

Um caso clássico de terror noturno infantil pode ser compreendido na seguinte situação: a criança, no início da noite, senta-se de maneira abrupta na cama gritando ou chorando. Ela apresenta uma expressão no rosto de medo, transpira muito, tem os batimentos cardíacos acelerados e a respiração ofegante.

Como lidar com as crises?

Se você identificou esses sintomas em uma criança, saiba a importância de procurar um especialista. Profissionais da área da saúde, em especial pediatras, psiquiatras e psicólogos, saberão analisar as situações de maneira mais adequada e poderão conduzir, junto às crianças e à família, um plano de tratamento e acompanhamento.

O DSM-5 lista febre, sedativos, privação de sono ou perturbações nos horários de dormir, cansaço e estresse físico ou emocional como fatores que aumentam a probabilidade de ocorrência dos episódios. Além disso, há um aumento de até 10 vezes na prevalência do transtorno se os pais apresentam ou apresentaram casos de terror noturno.

Ao procurar um profissional, elabore um diário do sono da criança, deixando registradas informações importantes, como o horário em que ela foi dormir, o horário em que os episódios aconteceram, eventos importantes que ocorreram naquele dia na vida da criança e dados sobre a saúde dela. Dessa forma, o especialista poderá contar com mais informações para elaborar o diagnóstico e a intervenção necessária.

Sabemos que lidar com os episódios de terror noturno infantil é complicado e muito incômodo, especialmente para os pais que identificam os sintomas nos filhos. Você já passou por alguma situação delicada envolvendo esse distúrbio do sono? Deixe seu comentário e conte sua experiência para a gente!

Quarto montessoriano: entenda o que é e como fazer um para sua casa

As mamães de primeira viagem vivem pesquisando informações para que possam dar a melhor educação e estrutura para os seus filhos. Certamente a saúde e o bem-estar do bebê estão na lista de prioridades.

Nas suas pesquisas, com certeza você já leu sobre o quarto montessoriano. Ficou interessada e quer saber mais a respeito? Este post vai esclarecer suas dúvidas e te dar elementos suficientes para decidir por essa opção para o quarto do seu filho. Continue a leitura e descubra o que é um quarto montessoriano e como montar um!

O que é o quarto montessoriano?

O quarto montessoriano é inspirado na filosofia de Maria de Montessori, pedagoga italiana, médica e educadora, que criou um método denominado Método Montessori, por meio do qual propõe que a educação da criança deve se dar em um ambiente propício ao seu desenvolvimento, de maneira livre e autônoma, mas com extrema observação à segurança.

Sendo assim, o quarto montessoriano deve ser pensado do ponto de vista da criança — e não dos pais — visando sua plena evolução.

Como montar o quarto?

O ambiente deve ser estimulante para a criança, permitindo que ela vivencie o maior número de experiências possível, favorecendo o crescimento da sua criatividade, espontaneidade e independência.

Os elementos do quarto devem ser posicionados do ponto de vista da criança, portanto, devem estar na altura dos seus olhos. No quarto montessoriano, o berço é abolido, dando lugar a uma cama baixa, com colchão no chão, permitindo mais liberdade e autonomia aos pequenos, que podem entrar e sair sem dificuldades conforme aprendem a andar.

Os espaços são mais amplos para facilitar a locomoção da criança e suas descobertas. Barras na parede ajudam na proposta de deslocamento facilitado e estimulam a criança a andar mais cedo.

Como decorar  o quarto montessoriano?

Toda a decoração deve ser pensada não apenas visando a independência da criança, mas também sua segurança. O espelho desempenha um importante papel no quarto montessoriano: por meio dele, a criança pode se olhar e se reconhecer desde cedo.

Um armário baixo ao alcance do seu filho também vai propiciar ao pequeno a liberdade de manusear itens de acordo com sua vontade — e também, quando estiver maiorzinho, a possibilidade de escolher suas próprias roupinhas.

Nessa hipótese, vale deixar a criança escolher, mas não é aconselhável manter, nesse armário, todas as roupas do seu filho. Se todos os itens forem colocados em um lugar só, a criança pode resolver tirar tudo de dentro do armário e causar uma imensa bagunça.

Além das roupas, livros bem posicionados ao alcance dos pequenos vão estimular a inteligência e a criatividade.

Quais cuidados deve-se ter com a segurança?

Os espaços nos quartos montessorianos são mais amplos e com menos móveis. Ainda assim, é indispensável observar certos cuidados com a segurança. Desse modo, tapetes emborrachados ou fofinhos evitam arranhões e machucados desnecessários.

Os espelhos, já mencionados, podem ser colados em uma placa de madeira ou MDF e deve estar bem presos à parede — para que não sejam movimentados com facilidade e venham a se quebrar, provocando acidentes. Atualmente, existem até espelhos flexíveis e de materiais mais resistentes, que podem ser utilizados nessa proposta de educação.

Os armários baixos precisam ser firmes e estáveis, de preferência de um material bem pesado, para que não tombem por cima das crianças durante o manuseio. Proteger as quinas com materiais adequados também é outra regra imprescindível.

As tomadas devem ser protegidas ou escondidas para prevenir choques. Evite muitos enfeites e objetos pontiagudos, pois é uma medida segura e prudente.

Agora que você já sabe como montar um quarto montessoriano para o seu filho, compartilhe este post nas suas redes sociais para que outras mamães possam conhecer essa proposta!

5 brincadeiras para estimular habilidades no seu bebê

Você sabia que, mesmo com poucos meses de vida, o seu filho já pode receber estímulos para o desenvolvimento pessoal? E que, por meio de atividades lúdicas, o resultado é ainda mais eficiente? Brincadeiras para bebê ajudam a estimular a inteligência e o desenvolvimento motor da criança.

E o bom dessas atividades é que elas envolvem a participação dos adultos, o que faz criar um vínculo de contato e afeto ainda mais forte entre pais e filhos.

Quer saber mais? Acompanhe este texto e conheça 5 brincadeiras para você fazer com o seu bebê, tudo isso sem gastar nada e se divertindo muito com o seu pequeno. Confira!

1. Bolhinhas de sabão

Mamãe, essa brincadeira você mesma já deve ter feito quando era criança. Chegou a hora de apresentá-la ao seu bebê.

Faça bolhinhas de sabão em uma área grande. Assim, elas vão percorrer maior distância, e o seu filho vai ter uma visão geral e mais espaço para brincar. A diversão com bolhinhas é uma ótima opção para o desenvolvimento cognitivo da criança, pois estimula a concentração e a percepção.

2. Equilíbrio na bola

Para incentivar o desenvolvimento motor do bebê, essa atividade é ideal. Ela atua no mecanismo de equilíbrio da criança, já que faz com que o pequeno balanceie o seu corpo em relação à gravidade. A brincadeira pode ser feita a partir do sétimo mês de vida.

Como funciona? Coloque o seu filho de barriga para baixo sobre uma bola grande, dessas de fazer ginástica em academia.

Controle o tronco do bebê de maneira firme e deixe o corpinho dele balançar sobre a bola. É uma tática para começar a fortalecer os músculos da criança para ela engatinhar.

3. Canções

Aproveite o seu repertório musical de adulto e cantarole uma canção para o seu bebê. Pode ser de qualquer ritmo ou gênero musical. O importante é não cantar alto para não perturbar a audição da criança.

Essa brincadeira de cantar é muito importante para a formação cognitiva do bebê. Há estudos que sugerem que o aprendizado de ritmos musicais está ligado à aprendizagem de matemática. Além disso, essa brincadeira é uma forma de estimular a fala do bebê.

4. De um lado para o outro

Essa brincadeira ajuda a desenvolver diversos potenciais da criança. Ela estimula o sistema motor, principalmente na região de sustentação da cabeça. Também melhora a percepção visual do bebê.

A brincadeira é simples: basta colocar a criança com a barriga para baixo sobre os antebraços do adulto. Agora, apenas balance o bebê de um lado para o outro. Você pode fazer isso com crianças com mais de um mês de idade.

5. Serra, serra, serrador

Quer estimular a musculatura do seu bebê? Então, brinque com ele de “Serra, serra, serrador”. Essa brincadeira faz desenvolver o chamado reflexo de preensão, aquele que incentiva a criança a ficar com as mãos fechadas, gerando um esforço muscular.

Para brincar, você vai segurar as mãos do bebê com os seus dedos e vai levantando o tronco da criança lentamente. Faça movimentos de vai e vem, como se fosse uma serrinha. Pronto: ela vai se divertir muito e ganhar força ao mesmo tempo!

Hoje você viu algumas brincadeiras para bebê que você pode fazer com o seu filho. Além dessas atividades, é fundamental também alimentar adequadamente a criança. Conheça alguns alimentos poderosos para o desenvolvimento do bebê.

Gostou dessas informações? Então fique por dentro de mais dicas sobre saúde dos bebês seguindo os nossos perfis no Facebook e no Twitter!

Baby Blues: entenda o que é e como evitá-lo após a gestação

Mesmo sendo um momento de imensa expectativa e marcado por muitos bons sentimentos, a chegada de um bebê também representa uma reviravolta nos hormônios das mães, podendo, em muitos casos, gerar o chamado Baby Blues.

Trata-se de um bombardeio de emoções que acaba trazendo uma tristeza sem motivo aparente, desânimo, medo, melancolia e fortes alterações no humor.

Totalmente contraditório ao nascimento do bebê, a situação atinge cerca de 60% das mães. E os primeiros sintomas começam a aparecer logo nos cinco primeiros dias após o parto. Mas, você conhece tudo sobre Baby Blues? É o que vamos explicar neste post!

Por que acontece?

A ciência ainda não tem uma resposta segura sobre as causas do Baby Blues, mas os principais indícios recaem sobre as alterações hormonais que atingem as mulheres tanto no período de nove meses de gestação como também no momento do parto.

Dessa maneira, as modificações acabam refletindo em outras mudanças bioquímicas dentro do cérebro, causando sentimentos que lembram a depressão.

Porém, em um grau bem menos intenso, já que o agravamento do problema pode gerar a chamada depressão pós-parto. Para explicá-la melhor e as diferenças com o Baby Blues vamos a outro tópico.

Quais as diferenças entre Baby Blues e depressão pós-parto?

Apesar dos sintomas serem bem parecidos, o que muitas vezes até causa confusão no diagnóstico, o que mais diferencia o Baby Blues da depressão pós-parto é a intensidade dos sentimentos negativos e também o tempo de duração das alterações.

Enquanto o Baby Blues dura, em média, de duas a três semanas após o parto, a depressão pode se prolongar por meses e até anos se não for devidamente tratada.

Fora isso, os sintomas do Baby Blues frequentemente vão desaparecendo naturalmente. Já os da depressão se agravam se não houver um tratamento adequado.

Além disso, como a depressão é uma doença psiquiátrica, ocasiona situações bem mais graves, como a vontade da mãe de se matar ou até mesmo de agredir o bebê.

O problema pode se estender por um longo período, fazendo com que a mulher perca a vontade de viver. A depressão atinge um número bem menor de mulheres, por volta de até 20% e exige um acompanhamento com um especialista, pois medicamentos podem ser necessários.

Inclusive, ao contrário do Baby Blues, os sintomas da depressão podem ser observados antes mesmo do parto. O histórico das mulheres mostra muitos indícios do problema já ao longo dos meses de gestação. E a prevenção pode acontecer por meio do auxílio médico.

Como identificar o Baby Blues?

Os principais indícios do Baby Blues são alterações no sono, irritabilidade, ansiedade intensificada, vontade de chorar sem motivo aparente, modificações no apetite e um medo constante relacionado aos desafios da maternidade.

A dica é falar dos sentimentos com familiares, amigos e até mesmo um terapeuta, pois as emoções podem ser trabalhadas por meio da expressão oral ou escrita por meio de um diário.

Muitas mulheres venceram o Baby Blues falando e escrevendo sobre as situações que passaram, ou seja, o método realmente funciona!

É preciso também manter uma dieta equilibrada e aceitar ajuda de pessoas próximas que queiram dividir as tarefas exigidas nos primeiros cuidados com o bebê.

De uma maneira geral, é possível vencer o Baby Blues, deixando a alegria do recém-nascido contagiar o seu lar, com todos os bons sentimentos que a vida pode oferecer!

Como muitas mulheres passam por essa situação, que tal compartilhar o artigo nas suas redes sociais e ajudar mais gente a conhecer sobre o Baby Blues? Afinal, a informação pode ser muito útil!

5 dicas de organização para novas mamães

A alegria de ter um filho é algo indescritível e inigualável. Entretanto, após o bebê chegar ao mundo, é necessária uma completa modificação na organização da casa e da rotina. Para isso, algumas dicas de organização sempre são válidas.

Sendo assim, preparamos este post com as mais preciosas informações para esse momento tão especial na vida das mamães. Confira!

1. Elabore uma rotina para o pequeno

Em primeiro lugar, tenha em mente que agora você terá de pensar sempre por dois. Dessa forma, para que sua vida não se torne uma bagunça, faça uma rotina para a criança.

Nessa rotina, estabeleça os horários do café da manhã e das outras refeições, da soneca, das brincadeiras e do banho. Tudo tem que acontecer no mesmo horário, todos os dias. Assim, você conseguirá se organizar e calcular o tempo gasto em cada ação.

Além disso, a criança também vai estabelecendo um ritmo interno por meio de um dia a dia planejado.

2. Planeje as tarefas da semana

Falando em estabelecer uma rotina para o pequeno, também é preciso organizar o dia a dia da família. Para isso, o ideal é montar uma agenda, um calendário, um quadro ou um caderno, que seja colocado de forma estratégica em algum ponto da casa.

Nesse espaço, cada membro da família vai anotar o que deve fazer. Desse modo, fica mais fácil se programar e evitar surpresas desagradáveis.

Entre os compromissos que podem ser registrados, temos festas e encontros com amigos, consultas médicas, cursos, reuniões na escolinha, entre tantos outros.

3. Faça do sling o seu melhor amigo

O sling é um carregador de bebê em forma de saco que serve para transportar o bebê próximo ao corpo.

Cada vez mais popular entre as mamães, esse acessório será um ótimo aliado na sua rotina. Seja para ir à farmácia, ao supermercado ou fazer um passeio, o sling manterá a criança próxima ao seu colo, deixando seus os braços livres. Esse acessório facilita o transporte da criança e permite que você realize outras atividades simultaneamente.

4. Crie o cantinho da bagunça

Selecione um lugar da casa para que o pequeno possa fazer a bagunça que desejar, sem que haja riscos e sem que ninguém se incomode.

Para decorar esse cantinho, boas dicas são: um tapete grande antiderrapante para que a criança não se machuque e uma grande caixa ou um organizador — para que os brinquedos possam ser guardados depois que a brincadeira terminar.

5. Coloque cada coisa no seu devido lugar

É preciso selecionar onde ficará cada um dos pertences da criança e guardar as coisas sempre no mesmo lugar.

Uma boa dica é, para cada um dos cômodos da sua casa, separar um espacinho para as coisas do seu filho. Por exemplo, na cozinha, é interessante deixar uma gaveta só para guardar mamadeiras, pratinhos, copinhos e colheres. No banheiro, também é bom deixar um lugarzinho para guardar os itens de higiene, como algodão, pomadas, escovas e cortadores de unha.

Seguindo essas dicas de organização, fica mais fácil sistematizar a rotina para as novas mamães e deixar esse importante momento das suas vidas ainda mais especial. Afinal, tudo o que desejamos é que o cotidiano seja recheado de harmonia e leveza, não é mesmo?

E então, você já pratica alguma das nossas dicas de organização? Conhece outras que podem ser úteis? Então deixe um comentário!

Saiba como fazer para o filho sair do colo da mãe

Muitos bebês se tornam extremamente dependentes do colo da mãe. Parece que ali é o único lugar em que eles ficam calmos e felizes. Basta que a mãe se afaste por alguns instantes, para ir ao banheiro ou fazer alguma coisa rapidinho, para a criança cair no choro.

Quando o bebê chega, a mãe fica tão deslumbrada com aquele pequeno ser, todo cheirosinho e dependente dela para viver, que não sai de perto dele por nada. Porém, isso deixa a criança mal-acostumada, sem nunca querer sair do colo. O resultado, muitas vezes, é uma mãe exausta e crianças muito dependentes e mimadas.

Ficou interessada no assunto? Então confira aqui algumas dicas e cuidados com o bebê para ele não ficar só no colo!

1. Não entre em desespero

Lembre-se de que, praticamente, a única forma de o bebê se comunicar com o mundo é pelo choro, que pode significar fome, dor, frio ou apenas um leve incômodo, por exemplo. Só porque o seu bebê chorou um pouquinho não significa que você não esteja cuidando dele direito.

Às vezes, você acaba de colocá-lo no berço e ele chora um pouco, querendo voltar para o colo da mãe. Porém, se você esperar um pouquinho, ele acaba se acalmando sozinho e aos poucos se acostuma ao novo ambiente.

Uma coisa muito importante é que os pais fiquem tranquilos, pois é comum que transmitam insegurança para a criança, o que atrapalha esse importante processo de desapego.

2. Crie um ritual

Todos os dias, na hora de colocar o bebê para dormir, faça as mesmas atividades com ele, na mesma ordem. Por exemplo: dê um banho morno, ponha uma roupa quentinha, carregue-o um pouquinho no colo, conte uma historinha. Então o coloque no berço. Assim, ele vai se acalmando, pois já vai saber que está chegando a hora de dormir.

É importante lembrar que o bebê nunca deve dormir com os pais, por causa do risco de os adultos rolarem à noite e sufocarem o pequeno. Além disso, com alguns meses de vida, é importante que ele durma em um berço, num quarto separado do dos pais, também para evitar que ele se torne muito dependente. Converse sobre isso com seu pediatra.

3. Acalme seu bebê dentro do berço ou no carrinho

Quando o bebê estiver em algum ambiente que não seja o colo da mãe e começar a chorar, não o tire de lá. Cante uma música, faça carinho, brinque com ele, deixe-o bem calmo ali mesmo. Assim, ele vai ver que esse outro ambiente também é seguro e divertido, e que você está ali.

4. Não deixe o bebê sem o colo da mãe

Tenha sempre alguns momentos de carinho com seu filho no seu colo também. O bebê verá que esses momentos continuarão acontecendo. O colo da mãe dá muito aconchego para a criança: ao ouvir os batimentos cardíacos maternos, os recém-nascidos se lembram de quando estavam no útero. Que paz!

Gostou das nossas dicas? Então compartilhe este post nas suas redes sociais para que mais pessoas saibam como fazer para o filho sair do colo da mãe!

6 dicas sobre aleitamento materno

Amamentar é um momento de vínculo maravilhoso entre a mamãe e o bebê. Durante a amamentação são produzidos hormônios relacionados com a sensação de prazer e bem-estar, como a ocitocina, também conhecida como hormônio do amor.

Além dos benefícios afetivos, a amamentação é de extrema importância para a saúde do bebê e da mulher. Crianças que mamam no peito têm menos infecções e reações alérgicas. Não por acaso, o Ministério da Saúde recomenda que o leite materno seja o alimento exclusivo da criança até os seis meses de vida. E, se possível, que seja mantido até os dois anos, complementando a alimentação. Para as mamães, a amamentação é uma importante defesa contra o câncer de mama.

Neste post, trazemos algumas dicas sobre o aleitamento materno para ajudá-la a aproveitar ao máximo esse momento único com seu bebê.

1. Preparo das mamas durante a gestação

O cuidado mais importante com as mamas durante a gravidez é quanto ao uso de sutiãs adequados para dar sustentação ao aumento de volume dos seios. A lingerie ideal para gestantes é aquela que abraça toda a mama, com alças mais largas e confortáveis.

2. Cuidados com cremes e óleos antiestrias

Os cremes e óleos usados para a prevenção de estrias não devem ser passados nos mamilos, pois podem deixá-los mais sensíveis e propensos a fissuras quando o bebê estiver aprendendo a mamar. O uso de buchas vegetais, muito difundidas anos atrás, não é mais recomendável, pelo mesmo motivo.

3. Banho de sol para fortalecer as mamas

Tomar banho de sol nas mamas nuas, por cinco a dez minutos diariamente, também ajuda a fortalecer a pele dos seios, em especial os mamilos e aréola, e evitar as lesões. Durante a amamentação, caso as feridas apareçam, o banho de sol é o melhor remédio para a cicatrização. Seu médico também poderá indicar algumas pomadas para esse fim.

4. Cuidados com a pega correta

Ainda na maternidade você será orientada quanto à pega correta da mama para a amamentação. Não saia com dúvidas! A boquinha do bebê deve pegar toda a aréola do seio e não apenas o bico. A parte superior do lábio do bebê não ficará visível, mas a parte inferior deve fazer um biquinho. O bebê faz a sucção empurrando a mama com a língua — por isso não há risco de machucar, mesmo quando os primeiros dentinhos aparecem.

Se você perceber que o bebê está sugando apenas o bico do peito, use seu dedo mindinho para fazê-lo soltar a mama e leve novamente a cabeça dele até o peito, estimulando que ele abra bem a boca para pegar a maior parte possível da aréola. Quando a pega está correta não há dor.

5. Como tratar mamas “empedradas”

Algumas mulheres podem ter uma produção tão grande de leite que as mamas ficam “empedradas”, ou seja, formam-se nódulos doloridos devido ao excesso de leite. Nessa condição, o bebê tem mais dificuldade para conseguir sugar o leite e é necessário esvaziar um pouco a mama para ajudá-lo e para reduzir as dores e desconfortos para a mamãe.

Para aliviar esse efeito, faça compressas de água fria nas mamas. Não use água quente, pois o calor estimula a produção de leite e pode piorar o problema. Ao tomar banho, evite deixar água quente cair nas mamas, para evitar esse efeito.

Para desfazer os nódulos, massageie cada uma das “pedrinhas” com movimentos circulares, sempre no sentido do bico para a base da mama.

6. Como tirar o leite

Para esvaziar os seios — seja nos casos de empedramento, para armazenar o leite ou ainda fazer uma doação ao banco de leite — faça um movimento de pinça com o polegar na parte superior da mama e com os dedos indicador e médio na parte inferior. Faça o movimento de empurrar para frente, lembrando sempre que seus dedos devem ser posicionados como a boquinha do bebê: na aréola e não no bico.

O leite materno pode ser armazenado durante 12 horas na geladeira e até 15 dias no congelador. Você deve esterilizar o pote onde colocará o leite com água fervente durante 15 minutos.

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