Dicas para amamentar o seu bebê

A amamentação é, muitas vezes, considerada uma habilidade natural da mulher, que surge instintivamente após o parto. A realidade, no entanto, é bem diferente disso e boa parte das mamães tem dificuldade em fazer o bebê pegar o peito ou sente muito desconforto ou muita dor durante o momento de amamentar. Apesar desses problemas, é importante insistir na amamentação, já que nos primeiros 6 meses o leite materno é o melhor alimento para o bebê.

Quer conhecer algumas dicas para amamentar sem dificuldades? É só conferir o restante do nosso post!

Vá para um lugar tranquilo

O momento da amamentação deve ser prazeroso, tanto para a mãe quanto para o bebê, de forma que a mãe se conecte com a criança por meio do olhar, da voz e do toque. Por isso, o ideal é que seja realizada em um ambiente tranquilo, sem muito barulho ou distrações.

Tente ainda se sentar em uma cadeira com um bom apoio para as costas e colocar os pés em um banquinho, ficando o mais confortável possível.

Coloque o bebê bem pertinho de você

O bebê deve ficar com o corpo todo alinhado durante a mamada, não sendo forçado a virar a cabeça para alcançar o peito. A posição mais comum é colocar o bebê no colo, com a cabecinha apoiada na dobra do cotovelo da mãe e a barriguinha colada na barriga da mãe, de forma bem aconchegante e segura.

Para não cansar o braço, muitas mulheres gostam de usar também uma almofada de amamentação ou um travesseiro comum para apoiar o peso do bebê.

Faça a pega correta

A pega incorreta é a principal causa do desconforto na hora da amamentação. Apesar de algumas mães pensarem que o bebê deve sugar apenas o mamilo, na pega correta a boca da criança recobre toda a área da aréola (a parte mais escura do peito, em volta do mamilo).

Para que isso seja possível, a mamãe deve prensar essa região da mama com a mão em forma de C e colocá-la na boca do bebê. Dessa forma, a criança conseguirá estimular melhor a descida do leite, mamando em menos tempo, e não machucará o mamilo que ficará no fundo da sua boca.

Não tenha medo de o bebê sufocar

Desde o nascimento o bebê é capaz de controlar sua respiração e afastar o rosto de objetos que o estejam sufocando. Assim, não é necessário ter medo de a criança ficar sem respirar durante a amamentação nem ficar afastando a mama do nariz da criança.

A mão que não está segurando o bebê deve ajudar a sustentar a mama e corrigir a pega durante a mamada, caso o bebê mude de posição.

Tire o excesso de leite antes de começar a amamentar

Se a mama estiver muito cheia e dura e o bebê não conseguir pegar toda a região da aréola, deve-se retirar o excesso de leite antes de iniciar a amamentação massageando e realizando uma ordenha manual.

Esse leite retirado não fará falta ao bebê e pode ser desprezado.

Cuide da pele da mama

Essa é uma das dicas que não deve ser esquecida! Se o seu mamilo estiver rachado e dolorido, o melhor produto para a cicatrização é o próprio leite materno. Após cada mamada, espalhe o restinho de leite sobre o mamilo e a aréola e deixe secar.

Além disso, realize banhos de sol de cerca de 15 minutos por dia e mantenha a pele da região sempre seca, não usando protetores ou mesmo sutiã durante a maior parte do dia.

Tenha paciência

Como tudo na vida, amamentar da forma correta demanda prática e persistência e os erros dos primeiros dias vão se tornando cada vez menos frequentes. Pouco a pouco você e o bebê entram em uma rotina e a amamentação se torna mais natural, tornando os leites artificiais desnecessários nesses primeiros meses.

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Conheça 8 massagens e movimentos para acalmar o seu bebê

Os primeiros meses de vida de um bebê podem causar bastante dor de cabeça para os pais, sobretudo os de primeira viagem. Alguns bebês passam por momentos de muito estresse, resultado da enorme quantidade de novos estímulos recebidos ao longo do dia — e aos quais o seu organismo ainda não está habituado.

Uma ótima alternativa para promover o relaxamento do bebê é a realização de massagem, que, por consequência do contato pele a pele, também ajuda no estabelecimento do vínculo de amor e de confiança com os pais. O carinho contido no toque é extremamente benéfico para o desenvolvimento desse elo.

Pensando nisso, listamos a seguir oito movimentos de massagem para bebê que lhe ajudarão a acalmar o seu pequeno ao longo do dia. Confira!

Preparação

Existem dois momentos ideias para fazer massagem no bebê. O primeiro é logo depois do seu despertar, uma vez que massagear e alongar o corpo da criança fará com que o início do seu dia seja mais alegre e relaxado, e o segundo é logo antes da hora de dormir, pois a massagem o ajudará a atingir o estado de relaxamento, estimulando o sono e a sua qualidade. No segundo caso, é muito importante que a massagem seja realizada depois que o bebê já estiver alimentado e de banho tomado, pronto para uma boa noite de sono.

Além da escolha do horário, é fundamental que as suas mãos sejam sempre higienizadas antes de começar a massagem. Também é recomendável a utilização de um óleo vegetal ou específico para bebês, a fim de esquentar o corpinho da criança e, assim, proporcionar maior conforto durante esse momento.

É válido lembrar que o toque deve ser extremamente suave, uma vez que o corpo do bebê é bem mais frágil do que o de uma pessoa adulta. Os movimentos devem ser executados com carinho e delicadeza, prezando o conforto da criança.

Uma dica interessante para relaxar o bebê é sempre colocar uma música tranquila no ambiente onde será feita a massagem. Com o passar do tempo, escutar a música já será um estímulo relaxante para a criança, pois ela a associará com a hora da massagem. Por fim, escolha um ambiente tranquilo e aquecido, e utilize uma toalha ou um tecido confortável para deitar o bebê.

Etapas

1. Alongue os membros do bebê

Antes de começar, é sempre bom esticar um pouco os braços e as pernas do bebê. Esse alongamento é importante para relaxar os músculos e acalmar a criança para poder prosseguir com a massagem.

2. Massageie as pernas do bebê

Por serem partes um pouco menos sensíveis em relação ao resto do corpo, as pernas podem ser uma região bastante interessante para o início da massagem.

Com as mãos levemente embebidas em óleo, envolva as coxas da criança e faça movimentos ascendentes e descendentes, sempre em um ritmo suave e delicado. Após a realização do procedimento nas duas coxas por alguns minutos, pode-se repetir o processo nas panturrilhas.

3.Massageie os pés do bebê

Segundo estudos da medicina oriental, a sola dos pés possui pontos de reflexologia ligados a todas as partes do corpo. Assim, é bastante válido dedicar uma atenção especial aos pezinhos do bebê na hora da massagem.

Utilizando ambas as mãos, envolva o peito do pé da criança de modo que os seus polegares fiquem voltadas para a sola do pezinho. Massageie com a ponta dos polegares fazendo pequenos círculos ao longo de toda a parte de baixo.

Após massagear as solas, passe para os dedos do pé da criança. Puxe delicadamente cada dedinho, fazendo também movimentos circulares envolvendo cada falange.

4. Massageie o abdômen do bebê

A massagem na região abdominal do bebê é extremamente benéfica para o seu peristaltismo. O ideal é fazer sempre movimentos amplos e circulares no sentido horário. Estique as mãos e deslize os dedos pela barriguinha da criança durante alguns minutos, sempre devagar e delicadamente.

Esse tipo de massagem ajuda tanto no funcionamento do intestino da criança como na diminuição da frequência de cólicas e na eliminação de gases, o que geralmente causa bastante desconforto.

5. Massageie o peito do bebê

Com o bebê deitado com a barriga para cima, utilize as duas mãos para fazer movimentos amplos e circulares na região do peito, sempre de dentro para fora. Esse movimento pode ser extremamente relaxante para a criança, além de contribuir para a sua boa respiração. Portanto, repita-o quantas vezes achar necessário.

6. Massageie os braços do bebê

A massagem na região dos braços é feita de forma análoga à das pernas. Envolva os antebraços com as duas mãos e faça movimentos suaves de subir e descer, como em um movimento de ordenha. Feito isso, passe para a parte de cima e repita o procedimento algumas vezes.

7. Massageie as mãos do bebê

Também de forma semelhante à utilizada nos pés, utilize os dois polegares para fazer pequenos movimentos circulares ao longo de toda a palma da mão do bebê. Após alguns instantes, faça um movimento de pinça com o polegar e o indicador, massageando as falanges de cada dedinho da criança, também com movimentos circulares.

8. Massageie as costas do bebê

Depois de massagear as demais regiões do corpo, vire o bebê e trate agora das costas. Primeiramente, deslize dois dedos de cada mão ao longo da coluna da criança, para cima e para baixo. Após algumas vezes, passe a fazer pequenos círculos com a ponta dos dedos ao longo de toda a coluna, de cima a baixo.

Agora faça o mesmo movimento realizado no peito da criança na região dos pulmões, nas costas. Suavemente, faça um movimento circular amplo de dentro para fora e utilizando as duas mãos. Feito isso, deslize suavemente as mãos pelo pescoço e pelos da criança, de cima para baixo. Repita algumas vezes.

A realização diária de massagem para bebê traz ótimos resultados ao longo do tempo, contribuindo não só para a saúde e o bem-estar do pequeno como também para a consequente tranquilidade proporcionada aos pais. Com o bebê mais tranquilo e relaxado, é possível desfrutar cada vez mais frequentemente de uma boa noite de sono, o que pode ser bem raro em caso de recém-nascidos.

E aí, gostou do post? Confira também nossa matéria sobre como identificar cada choro do bebê!

Amamentação do bebê: conheça as recomendações da OMS para a prática

Recentemente, o Brasil foi apontado pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) — órgão associado à OMS (Organização Mundial da Saúde) — como sendo um país referência no aleitamento materno. Esse reconhecimento é proveniente, sem dúvidas, de uma grande campanha de incentivo que vem sendo feita no país em apoio à amamentação do bebê.

No entanto, você sabe quais são as recomendações da OMS para a prática da amamentação? Fique tranquila! Preparamos um post com todos os detalhes para você. Confira!

1. A amamentação do bebê deve ser feita de maneira exclusiva até os 6 meses de idade

De acordo com a OMS, a amamentação deve ser feita, de forma exclusiva, durante os seis primeiros meses de vida do bebê.

Isso porque o leite materno tem a capacidade de diminuir em até 13% as mortes por motivos evitáveis em crianças menores de 5 anos.

Muitas mães têm dúvidas se, de fato, são capazes de amamentar seus filhos durante seis meses. Nesse caso, o ideal é procurar a orientação de um obstetra para que ele possa esclarecer, auxiliar e mostrar todos os benefícios trazidos pelo aleitamento materno.

2. As mães devem amamentar seus filhos logo na primeira hora depois do parto

Amamentar o bebê logo após o parto oferece grandes vantagens tanto ao bebê, quanto à mãe.

O aleitamento auxilia na liberação da oxitocina, hormônio que ajuda a aumentar as contrações no útero da mulher — o que colabora na expulsão dos restos de placenta que ainda estão no corpo. Também já faz com que o corpo vá voltando ao normal.

Ademais, a mãe também passa a produzir outro hormônio: a endorfina. Ela, por sua vez, diminui as dores sentidas e muda o foco da dor para a promoção do bem-estar do recém-nascido.

Isso sem falar, é claro, que a amamentação estreita o laço entre a mãe e o filho e, quanto antes o bebê estiver no peito, mais vínculo será criado entre a mamãe e o neném.

3. Os bicos artificiais e as chupetas não devem ser dadas ao bebê

O uso de bicos artificiais e chupetas tem se disseminado cada vez mais na sociedade como uma alternativa para acalmar o bebê.

Entretanto, esse hábito pode trazer uma série de malefícios ao pequeno:

  • Afeta de maneira negativa o aleitamento materno.
  • Compromete o correto desenvolvimento do Sistema Estomatognático.
  • Pode causar deformidades na boca e na face.
  • Pode acarretar na má oclusão dentária.
  • As chupetas são feitas de materiais que podem liberar substâncias tóxicas quando em contato com a saliva.
  • Pode causar a Síndrome do Respirador Bucal.
  • Não existem bicos que sejam anatomicamente comparáveis ao bico do peito.

4. É preciso deixar o bebê mamar sempre que quiser

A OMS recomenda que a amamentação seja feita sob demanda, ou seja, que o bebê mame sempre que quiser.

Nas primeiras três semanas, por exemplo, o bebê costuma mamar de seis a oito momentos no dia. Após mamar, ele fica satisfeito, mais relaxado, e a mama — esvaziada — mostra-se mais macia depois de o pequeno sugar.

5. Mãe e filho podem e devem ficar juntos 24h por dia

O melhor lugar que o recém-nascido pode permanecer após o parto é no colo da mãe. Isso porque, além de fortalecer os laços entre a mamãe e o filho, também favorece o aleitamento e até mesmo diminui os riscos de aquisição de uma infecção relacionada à assistência dos sistemas de saúde.

Frente a todas essas informações, com certeza ficou mais clara a importância do aleitamento materno, bem como quais são algumas das recomendações da OMS em relação à amamentação.

Gostou das nossas dicas? Você já conhecia os benefícios e as orientações acerca da amamentação do bebê? Então não deixe de seguir nosso perfil no Twitter e nossa página no Facebook! Assim você fica por dentro de todo o conteúdo em primeira mão!

Aplicativos para mamães: conheça 4 sucessos de 2016

A gravidez é uma experiência mágica na vida de toda mulher. E a primeira gestação costuma ser mais especial ainda já que cada fase é nova e gera uma surpresa.

Embora esse seja um momento de muita alegria para toda a família, a chegada de um bebê geralmente traz muitas responsabilidades e tarefas. Como por exemplo, idas ao pediatra e uso de medicamentos no dia a dia.

Entretanto, não precisa se desesperar. Com a facilidade proporcionada pela tecnologia, os apps surgiram para te dar uma mãozinha na hora cuidar do filhote.

Portanto, continue a leitura deste post e confira os 4 aplicativos para mamães que vão simplificar a sua rotina com seu filho!

1. Caixa de Remédios

A utilização de medicamentos no cotidiano dos bebês geralmente se torna um bicho de sete cabeças para os pais de primeira viagem. O programa é uma ótima ferramenta para você entender melhor a lista de medicações que podem ser ingeridas pelo seu bebê. Sem contar que o app ainda auxilia na marcação de horários para que não haja o risco de esquecer alguma dosagem.

O Caixa de Remédio está disponível para dispositivos Android e iOS. Vale ressaltar que o app não substitui em nenhum momento a visita ao médico. Ele serve apenas como uma espécie de guia para que a mamãe não se confunda na hora de dar os fármacos ao pequeno.

2. Bebê Conecta

O software é indicado para facilitar a vida dos pais nas consultas do bebê. Como o pediatra normalmente faz diversas perguntas para saber se a saúde da criança está em dia, é importante conhecer os hábitos do seu filho.

O Bebê Conecta permite que você faça o registro de várias informações de utilidade, como quantas vezes a fralda foi trocada, como anda a qualidade do sono, quantas mamadas ele dá ao longo do dia, entre outras.

O aplicativo, disponível para Android e iOS, coleta os dados e realiza um gráfico e listas que podem, inclusive, serem enviadas por e-mail.

3. Vacinação em dia

De grande utilidade para os pais de primeira viagem e até mesmo para os graduados no assunto, o Vacinação em Dia serve para organizar o calendário de vacinas da criança.

O app fornece dados sobre campanhas de vacinação do SUS e oferece notas sobre as ações sazonais ou anuais.

E a mãe ainda pode marcar quais doses já foram tomadas com um maior controle de quais vacinas faltam para completar a carteira. Certamente a ferramenta é essencial para a organização do pequeno.

4. Baby Hug

Se você é mãe com certeza fica preocupada se seu filho está chorando ou se está dormindo na posição certa, não é mesmo? Para garantir a tranquilidade dos pais, o Baby Hug é um dos mais recomendados aplicativos para mamães.

A série de gadget em forma de button manda um aviso a você se algo ocorrer. O app supervisiona todas as informações do bebê, como movimentos bruscos e quedas, por exemplo.

Com ele você pode fazer um monitoramento de qualquer local do mundo e a qualquer hora. Basta colocar um tablet ou celular no berço para acompanhar o áudio e vídeo do pequeno.

E aí, gostou das dicas de aplicativos para mamães? Já conhecia algum? Não deixe de assinar nossa newsletter para ficar por dentro de novidades do universo das mães!

7 exames de saúde indispensáveis para qualquer bebê

Ter um filho é motivo de alegria e união. Afinal, a família inteira quer paparicar e proteger o novo bebê. Porém, mesmo nesse momento de felicidade, sabemos o quão importante é a atenção e cuidados que devemos dispensar à saúde do recém-nascido.

Existem inúmeros exames que devem ser feitos no 1º ano de vida do bebê e que serão cruciais para lhe proporcionar uma boa qualidade de vida. Quer aprender a cuidar melhor da saúde do pequeno? Então, continue a leitura deste post e conheça 7 indispensáveis exames para bebê!

1. Teste do olhinho

Esse importante teste é necessário para se detectar a catarata congênita e, também, alguns tumores. Ele é realizado assim que o bebê nasce, com o auxílio de um oftalmoscópio. Esse aparelho emite uma luz nos olhos, proporcionando um tom avermelhado, e a pupila deverá apresentar essa coloração de forma dissonante nas primeiras 12 horas de vida da criança.

2. Teste do coraçãozinho

Apesar de não ser obrigatório, o exame é muito importante para a identificação de doenças cardíacas. A sua realização se dá por meio do oxímetro, um aparelho de pressão que é colocado em duas partes do corpo do bebê. Para se certificar de que está tudo bem, o aparelho deve mostrar igualdade na oxigenação sanguínea entre os dois membros.

3. Teste do pezinho

Esse é um dos exames para bebê mais importantes nas primeiras horas de vida do pequeno, além de ser obrigatório. O teste do pezinho é realizado ao se retirar uma pequena amostra de sangue do calcanhar do recém-nascido. O procedimento deve acontecer depois de 48 horas do nascimento, a fim de que o neném seja alimentado para a ativação metabólica. O sangue é coletado em um papel filtro e o teste vai apontar justamente problemas metabólicos que o bebê possa vir a ter.

4. Teste da orelhinha

Entre os exames para bebê que são obrigatórios está o da orelhinha. É a partir desse exame que será possível detectar se o neném apresenta algum problema de audição. Ele é efetuado com a ajuda de um fone de ouvido em conjunto com um computador. O teste é feito a partir de dois dias do nascimento. Se o pequeno realmente tiver alguma deficiência auditiva, o seu diagnóstico precoce ajudará na busca por um tratamento mais eficaz, o que será essencial para a vida futura da criança.

5. Teste de Apgar

É realizado medindo-se a respiração, os reflexos, a cor da pele, a frequência cardíaca e o tônus muscular. O teste avalia a vitalidade do bebê no primeiro minuto após o parto e, novamente, cinco minutos depois do seu nascimento. A saúde do recém-nascido precisa se encaixar em uma nota entre 0 e 10. Se a pontuação for menor que 5, significa que o neném precisa de cuidados especiais. Caso esteja entre os 5 e 7 pontos, ele ainda está bem, mas pode precisar da ajuda de aparelhos para respirar nas primeiras horas. Por fim, uma pontuação entre 8 e 10 é sinal de que o pequeno está em ótimo estado de saúde.

6. Tipagem sanguínea

Como o próprio nome já diz, o exame vai mostrar qual o tipo de sangue do neném. Ele é feito com uma amostra que já foi retirada para o teste do pezinho e acontece 48 horas após o nascimento. Com o teste da tipagem sanguínea, é possível ter um preparo melhor em casos de emergência médica.

7. Teste do quadril

Esse teste enquadra-se em um dos exames para bebê que não é obrigatório, mas que é muito importante. A sua realização se dá por meio da movimentação do quadril e das pernas do bebê pela Manobra Ortolani, técnica usada pelos médicos. O teste do quadril diagnostica a osteoartrose precoce, doença que destrói a cartilagem óssea.

A prevenção é sempre o melhor remédio, por isso, não deixe para cuidar da saúde do seu filho quando já não tiver muito o que fazer. Todos esses exames de saúde são muito importantes para que você possa oferecer os cuidados que o bebê precisa e lhe proporcionar a melhor qualidade de vida!

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Cuidados indispensáveis na primeira semana de vida do bebê

Após nove meses de espera, finalmente chegou o grande dia: o seu bebê nasceu! Com certeza, um momento de grande satisfação e, ao mesmo tempo, de pequenas preocupações com os cuidados que deverão ser tomados na primeira semana do bebê.

Para os pais, os primeiros dias de vida da criança são uma fase de adaptação e descoberta. Porém, se trata de um momento que exige muito cuidado e atenção, para garantir a segurança da saúde e bem-estar do bebê.

Então, para ajudar você a passar por essa fase em que todo cuidado é pouco, separamos neste post algumas dicas sobre os cuidados indispensáveis na primeira semana do bebê. Continue lendo e confira!

Respeite os horários de sono do bebê

É muito importante respeitar os horários de sono da criança, para que ela possa dormir a quantidade necessária para garantir o seu bem-estar. Quanto a isso, é normal o bebê dormir até vinte horas por dia, pois o seu sono é diferente do de um adulto.

E, nessa fase é preciso ter muita paciência, pois suas noites de sono não serão como antes. O ideal é que, nesse período, a mulher possa aproveitar os momentos de sono do bebê para dormir e descansar também.

Em determinados dias, pode ocorrer de o bebê ficar um pouco estressado, tendo dificuldades para dormir. Quando isso acontecer, a dica é preparar um banho para deixar o bebê mais relaxado.

E, ao contrário do que muitos diziam antigamente, é indicado colocar os bebês para dormirem de barriga para cima, para evitar a morte súbita.

Entenda como deve ser a amamentação

Para as mamães, esse é um dos momentos mais difíceis dos primeiros dias, pois muitas ficam preocupadas sem saberem se o bebê está mamando a quantia ideal para saciar a sua fome.

Nesse caso, se a criança mamar a cada duas ou três horas, mais ou menos, pode ficar tranquila: assim, ela provavelmente estará satisfeita.

Agora, é importante frisar que o leite materno é o único alimento que pode proteger e fornecer os nutrientes necessários para o seu filho, e deve ser exclusivo pelo menos até os sexto mês de vida da criança.

Saiba como colocar o bebê para arrotar

O arroto é essencial para aliviar a dor e deixar o bebê mais disposto. Isso porque ele ingere ar ao mamar, fazendo com que o seu estômago fique desconfortável com o excesso de gases. Algumas posições para fazer a criança arrotar são:

  • Sentar o bebê no seu braço e segurá-lo contra o seu peito, deixando o queixo descansar no seu ombro, e, com a outra mão, dar suaves tapinhas nas costas do bebê.
  • Deitar o bebê com a barriga para baixo no seu colo, segurando bem a cabeça da criança e certificando-se de que ela está mais erguida que o peito, e, com a outra mão, dar suaves tapinhas nas costas do bebê.
  • Segurar o bebê sobre o seu joelho, suportando seu queixo na palma da mão e fazendo o tórax repousar no seu pulso, mantendo sempre a cabeça do bebê erguida e, também, dar suaves tapinhas nas costas do seu filho com a outra mão.

Descubra como identificar e tratar as cólicas

É importante você saber que a cólica não é uma doença, mas apenas um processo fisiológico comum. Geralmente, ela aparece entre os 7 e 10 dias de vida, devido ao tubo gastrointestinal da criança ainda não estar amadurecido.

Esse período de dor pode durar até uma hora. Para aliviá-lo, você pode cantar, embalar, ninar, dar banho ou até mesmo fazer uma compressa com a fralda morna na barriga da criança.

Se tudo isso não funcionar, você ainda pode fazer com o bebê tome um pouco de leite materno, que possui propriedades anti-inflamatórias.

Não se preocupe com a perda de peso do bebê após o parto

A perda de peso do bebê após o parto é muito natural. Eles podem chegar a perder de 3% a 10% do seu peso. Porém, é necessário o acompanhamento de um pediatra que possa identificar se a criança está recuperando corretamente o seu peso.

Tome cuidado na hora do banho

No início, o recém-nascido só necessita de um banho por dia. Contudo, é necessário ainda tomar alguns cuidados, como:

  • Separar com antecedência tudo o que você vai precisar, para jamais deixar o bebê sozinho.
  • Não colocar o bebê na banheira enquanto ela estiver enchendo, pois a temperatura da água pode mudar sem você perceber.
  • Cuidar da temperatura da água para não queimar a criança.
  • Usar uma quantidade pequena de sabonetes e xampus, para não prejudicar a pele do neném.
  • Manter o ambiente aquecido, principalmente no inverno, pois os recém-nascidos perdem o calor muito rápido e acabam sentindo muito frio.

Pondere as visitas

Se a visita estiver saudável, sem nenhum tipo de doença infecciosa, não há nenhuma contraindicação. Ainda assim, é preciso que, no início, as visitas sejam controladas. Afinal, se trata de uma etapa muito sensível, devido à recuperação do parto e à adaptação da nova família.

Também, é de suma importância que os visitantes lavem bem as mãos antes de pegar a criança e evitem ficar passando o bebê de colo em colo. Isso porque, nesse período, a criança tem o sistema imunológico muito imaturo, e está mais vulnerável a doenças.

Previna o bebê das infecções

É necessário que os pais acompanhem, com muito cuidado, o calendário de vacinação dos pequenos, para garantir a sua imunização e protegê-los de doenças mais sérias. Outros cuidados, como uma boa higiene e limpeza do umbigo, também devem perseverar.

Além disso, vale destacar a limpeza do umbigo, que é essencial para que a criança não venha adquirir infecções ou outras doenças graves, como a meningite, tétano, pneumonia e septicemia. Assim, a higienização no umbigo deve ser feita a cada troca de fralda, com álcool 70%.

Conheça quais são os sinais de alerta do bebê

Por fim, como o bebê recém-nascido só sabe se expressar pelo choro, algumas coisas devem observadas com mais cuidado, como:

  • Quando o bebê apresentar dificuldade na sucção ou não mamar bem.
  • Febre ou hipotermia.
  • Feridas na pele.
  • Quando o bebê ficar muito molinho.
  • Apresentar muita irritabilidade.
  • Chorar constantemente.

Enfim, como vimos, os cuidados na primeira semana do bebê são indispensáveis, e você precisa estar atenta a cada sinal que a criança der.

E, para isso, você pode usar a tecnologia a seu favor. Adquirindo um gadget wearable, por exemplo, que monitora as informações do seu bebê, como a sua respiração, posição deitada, movimentação, eventuais quedas e até o distanciamento do aparelho.

E aí, gostou das nossas dicas sobre os cuidados indispensáveis na primeira semana do bebê? Então aproveite para compartilhar este artigo nas redes sociais!

Saiba como manter a atenção na saúde do seu bebê

Sabemos a importância de estar sempre atenta a tudo que acontece com a saúde do bebê, mas nem todas as alterações no seu comportamento são sinais de algo errado.

Por esse motivo, preparamos este artigo para ajudar você a identificar se o bebê está bem e quando é necessário buscar ajuda médica.

Sinais de que está tudo bem

Bebês saudáveis se expressam para demonstrar que estão bem. Veja a seguir alguns desses sinais:

Acalmar-se ao ouvir sua voz

Dessa forma, ele demonstra a ligação que possui com você, é sinal que está se desenvolvendo emocionalmente.

Ficar quieto e atento em alguns momentos do dia

Nesses momentos, ele está aprendendo como é o mundo ao seu redor. Isso começa a acontecer por volta de um mês de idade, quando passa a dormir menos e já possui mais controle sobre os seus músculos oculares.

Voltar-se em direção a um som e fazer silêncio para ouvir

Reagir a um som e procurar sua fonte é sinal de que a audição do bebê e a capacidade de distinguir os diferentes tipos de som estão se desenvolvendo.

Conseguir suportar seu próprio peso

Por volta dos três meses de idade, o bebê consegue manter sua cabeça erguida e firmar pernas e braços. Isso significa que ele está ganhando força muscular. Para auxiliar o desenvolvimento dos seus músculos, procure deixá-lo mais tempo fora do berço, de barriga para baixo, sobre uma superfície macia, ampla e segura.

Sinais que indicam algum problema

Assim como alguns sinais demonstram que o bebê está bem, outros indicam que há algo errado. Veja a seguir quais são:

Apresentar febre

É considerada febre a temperatura acima de 37,8 graus Celsius. Nesses casos, se o bebê continua se alimentando e brincando tranquilamente, desagasalhe-o um pouco e meça a temperatura novamente após 30 minutos. Muitas vezes, isso já é suficiente para baixar a temperatura, mas se ela continuar alta, leve-o ao serviço de saúde.

Mamar pouco

Se o bebê mama menos, ele ingere pouco leite materno, que não será suficiente para o correto desenvolvimento. Como isso também é um sinal para diversas doenças, é importante levá-lo ao pediatra.

Fazer pouco xixi

Conforme o bebê cresce, ele aprende a mamar mais em menos tempo. Algumas mães confundem isso com o fato de ele mamar menos. A forma para ter certeza sobre quanto leite materno o bebê está ingerindo é observar quanto xixi ele faz.

Menos de seis fraldas de urina por dia, boca seca e/ou moleira baixa são sinais de desidratação. Nesse caso, é necessário procurar ajuda médica para não colocar em risco a saúde do bebê.

Apresentar outros sinais que indicam algum problema de saúde

Fique atenta também ao ritmo e à facilidade para respirar, à cor da pele e ao umbigo do bebê. Além disso, se ele demonstrar falta de interesse ou parecer fraco e cansado, é importante procurar o pediatra.

Tecnologias para monitorar o bebê

Algumas inovações tecnológicas ajudam acompanhar o bebê todo o tempo. Veja a seguir como funcionam alguns aparelhos:

Babá eletrônica

Colocada no quarto do bebê, ela capta os sons do ambiente e transmite-os a outro dispositivo. Dessa forma, é possível saber se o bebê está dormindo, acordado ou chorando. Já existem babás eletrônicas que também captam o vídeo do ambiente.

Tecnologia wearable

Esse aparelho é um button colocado na roupa do bebê, que transmite a um aplicativo de smartphone as informações sobre o bebê. É possível monitorar o sono, a respiração e os movimentos. O aplicativo ainda emite alertas quando o bebê acorda ou em alguma eventualidade.

Pode parecer difícil estar atenta a tantos sinais, mas com o tempo você fica mais confiante e conectada ao seu bebê, conseguindo perceber facilmente qualquer alteração. E, contando com as soluções tecnológicas que apresentamos nesse artigo, é possível monitorar com tranquilidade a saúde do bebê.

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Conheça o método BLW: a introdução alimentar sem papinhas

Você já ouviu falar no método BLW? Apesar de a expressão ser recente, a sua prática é comum há muitos anos no mundo todo. Sem nem conhecer a técnica, é possível que muitos pais já tenham recorrido ao uso dela simplesmente por instinto.

Para entender o que é o método BLW e avaliar se ele pode ser uma boa alternativa para o seu bebê, confira, no post de hoje, as principais questões sobre o tema.

O que significa BLW?

BLW é a sigla para a expressão Baby Led Weaning, da língua inglesa, e quer dizer que o desmame é guiado pelo próprio bebê. É uma maneira de começar a introduzir novos alimentos na dieta infantil, depois do período de amamentação exclusiva, mas com opções diferentes das tradicionais papinhas.

A introdução do método BLW geralmente tem início a partir dos 6 meses de idade dos bebês. A intenção é que a criança comece a participar das refeições, sentada à mesa com os familiares, levando à boca os alimentos que ela mesmo escolher.

Para isso, os pais disponibilizam alimentos em tamanhos adequados, a fim de que a criança possa “explorá-los”, e deixam que ela determine a velocidade e a quantidade da sua própria refeição. A premissa do método é oferecer alimentos saudáveis para os pequenos, como cenouras cozidas, brócolis, beterraba e frutas secas, por exemplo.

Quais são os principais benefícios do método BLW?

Uma das vantagens é poder estimular, no bebê, a percepção do gosto de cada alimento, fazendo com que a criança comece a identificar texturas e sabores diferentes, percebendo aqueles que mais agradam o seu paladar.

As papinhas, embora possam ser nutritivas, misturam tudo de uma vez e não possibilitam esse aprendizado. Inclusive, muitos pais que optam por elas sofrem, mais tarde, com filhos que se acostumam com as comidas batidas e não se adaptam à alimentação sólida, passando a ter uma dieta restrita e desequilibrada.

Outro benefício está ligado ao desenvolvimento das habilidades manuais e da coordenação motora. Apesar de a fase inicial geralmente ser mais difícil, com muito alimento derrubado pela chão, aos poucos o bebê consegue acertar o caminho até a boca para fazer a mastigação.

O método BLW tem também como intuito estimular os sentidos e a autonomia da criança desde cedo, motivando-a a realizar as suas próprias tarefas, proporcionando, assim, aprendizados e maior autoconfiança.

Quais são os cuidados necessários ao adotar o método BLW?

A principal preocupação deve ser para que o bebê não se engasgue com a comida. Para isso, é bom ficar sempre atento ao desempenho da criança, mantê-la sentada em posição vertical e disponibilizar os alimentos em textura e tamanhos adequados.

Normalmente, para calcular as porções, recomenda-se levar em conta o tamanho do punho do bebê. Na hora do preparo, o ideal é cuidar para que os alimentos não fiquem muito duros nem muito cozidos a fim de que não impeçam uma boa mastigação. Outro cuidado é evitar que objetos pequenos ou alimentos indesejados fiquem ao redor do bebê, já que ele estará sendo estimulado a pegar e comer tudo o que estiver por perto.

Contudo, ficar atento não significa ajudar, segurando os pedaços, facilitando a alimentação. Faz parte do método BLW que o ato de comer seja uma descoberta da própria criança. Por isso, saiba que, inevitavelmente, roupas e superfícies próximas podem ficar bem sujas!

Por fim, se houver alguma rejeição por parte do bebê, tente oferecer outros sabores e, alguns dias depois, volte a oferecer o alimento recusado. Aos poucos, será possível perceber e respeitar as preferências do seu pequeno.

E então, gostou de conhecer o método BLW? Deixe um comentário se ainda tiver alguma dúvida ou, então, conte sobre alguma experiência que você já tenha vivenciado!

Bebê resfriado: o que fazer?

Se tem uma coisa que deixa qualquer pai e mãe chateados é ver o seu bebê resfriado. Afinal, os pequenos não conseguem dizer o que estão sentindo e, muitas vezes, ficam incomodados com tanta coriza, tosse e congestão nasal.

Na maioria dos casos, o que resta aos pais é ter muita paciência (mas muita mesmo!), pois o resfriado geralmente dura de três a cinco dias. De qualquer forma, é terrível ver o pequeno mal e tudo o que a gente mais quer é poder encontrar maneiras para amenizar os sintomas.

Calma que a gente te ajuda a identificar se o bebê está resfriado e a garantir seu bem-estar mesmo nos piores momentos. Confira!

Mas afinal, o que é resfriado?

É uma infecção das vias respiratórias causadas por vários tipos de vírus. O jeito mais comum de “pegar” essa doença é por meio da saliva (que transmite o vírus) quando alguém espirra, por exemplo. Mas também pode ser transmitida pelo contato com mãos infectadas. Por isso, é sempre imprescindível lavar bem as mãos!

Como saber se o bebê está resfriado?

Existem alguns sinais que você precisa identificar! O bebê costuma ficar bem irritado e sem apetite! E se ele tiver menos de 6 meses, é bem provável que não consiga mamar direito caso esteja com o nariz entupido.

E se você está passando noites em claro porque o bebê não está conseguindo dormir como antes, esse é mais um sinal de que as coisas não vão bem.

Se ele tiver menos de três meses, leve-o ao pediatra assim que notar algum desses sintomas.

Caso seja um pouco mais velho, observe se o resfriado já dura mais de cinco dias, se ele está com chiadeira no peito por muito tempo, se há catarro verde ou sinais de dores de ouvido. Se a resposta for afirmativa para qualquer desses sinais, o bebê também deve ser levado ao médico o mais rápido possível.

O que fazer para o bebê não ficar resfriado?

Já reparou que, geralmente, os sintomas do resfriado são mais leves nos bebês que mamam no peito da mãe? A amamentação é uma das grandes armas contra o resfriado, pois transmite para a criança os anticorpos da mãe. Assim, o bebê fica mais protegido.

Os especialistas também recomendam a vacina da gripe, exceto para aquelas crianças que têm alergia à proteína de ovos, um dos componentes.

O cigarro é outro agravante: crianças que convivem com fumantes tendem a ficar resfriadas mais vezes e, além disso, também demoram mais para sarar. Se você ou outra pessoa da casa se encaixa nesse caso, evitem ao máximo fumar perto do bebê.

Outras pessoas resfriadas por perto nem pensar! E sempre peça às visitas para lavarem bem as mãos antes de pegar o seu filho no colo.

Mas não se preocupe em demasia! Infelizmente, o resfriado faz parte da rotina de qualquer criança pequena. Se ela tiver um irmão mais velho então, a probabilidade de ser infectada é muito maior. Sabia que bebês que convivem com crianças mais velhas podem ter entre seis e dez resfriados no primeiro ano de vida?

O que fazer para tratar de um bebê resfriado?

Antes de qualquer coisa, é importante ter alguns produtos fundamentais em casa para essas horas de emergência. Termômetro, um umidificador para purificar o ar e um inalador, por exemplo, podem ajudar. E muito!

O antitérmico indicado pelo pediatra também será muito útil quando o bebê estiver com febre e sentir muito desconforto.

Ele toma suco de laranja? Então pode comprar bastante laranja, já que a fruta é rica em vitamina C.

Por fim, depois de todos esses cuidados, o bebê precisa descansar bastante. Garanta isso a ele!

E vale lembrar sempre: não dê ao seu filho remédios por conta própria. Limite-se a dar medicamentos recomendados pelo médico.

O que fazer para aliviar o nariz entupido?

Se para adulto já é ruim ficar com o nariz entupido, para o bebê é ainda mais angustiante. Isso porque ele respira exclusivamente pelo nariz até o sexto mês de vida! Mas existem algumas dicas para aliviar esse desconforto.

Tudo piora quando o bebê está deitado na horizontal. O ideal é manter a sua cabeça mais alta do que o resto do corpo. Para isso, dobre um cobertor ou uma toalhinha e coloque embaixo do colchão, perto da cabecinha dele para elevar um pouco. Uma ótima dica é colocar o seu filho para dormir no carrinho com o encosto um pouco inclinado e outra opção melhor ainda é o colo do pai ou da mãe, desde que estejam sentados.

Para manter o nariz do bebê limpinho sempre, use soro fisiológico, várias vezes ao dia. Além de higienizar, isso também ajuda a aliviar a congestão nasal. Quanto mais você lava mais fluida fica a secreção e menos entupido fica o nariz da criança.

Também é importante submeter o bebê a sessões de inalação, com soro fisiológico, 3 vezes ao dia. Não tem inalador em casa? Calma que tem solução. Ligue o chuveiro e deixe o banheiro com bastante vapor. Depois, fique com o bebê lá dentro por aproximadamente 20 minutos.

O que fazer se ele perder o apetite?

É muito comum isso acontecer, principalmente se o bebê estiver com o nariz congestionado. A tarefa de comer fica bem mais difícil porque ele terá dificuldade de respirar enquanto mama.

O importante é seu bebê não desidratar. Para isso, tente diminuir a quantidade de comida ou leite e dê porções menos espaçadas. Além disso, é fundamental limpar o nariz da criança mais ou menos 15 minutos antes da refeição para ele ficar mais tranquilo durante a mamada.

E é bom ficar ligado nos sinais da desidratação: se ele não tiver molhado a fralda em um período entre seis e oito horas, se ele ficar sonolento e com dificuldade para despertar ou não estiver soltando lágrimas quando chora, ligue para o médico imediatamente.

Pronto! Da próxima vez que seu bebê ficar resfriado, é só seguir essas recomendações e saber que, infelizmente, isso faz parte. Depois é só esperar para ver seu pequeno 100% de novo.

Agora que você já sabe que não precisa se desesperar por conta de um bebê resfriado, o que acha de receber outras informações essenciais para garantir a tranquilidade dele? Assine a nossa newsletter e fique sempre por dentro das novidades!

Você conhece a pedagogia Waldorf?

Atualmente, são mais de mil escolas Escolas Waldorf espalhadas pelo mundo. É preciso entender o que propõe essa nova forma de pensar sobre a educação escolar para que estejamos atualizados quanto ao que realmente vai influenciar de forma positiva a infância de nossos filhos.

Mas, afinal, o que é a pedagogia Waldorf? Trata-se de um método de ensino baseado na Antroposofia que, traduzido de forma literal, significa “conhecimento do ser humano”, ou seja, o ser humano tomando conhecimento de sua natureza e do universo que o cerca.

De acordo com Rudolf Steiner, criador dessa linha filosófica, a antroposofia é “um caminho de conhecimento que pretende fazer o espírito humano chegar à união com o Espírito Cósmico”. Aplicando esses conceitos na pedagogia Waldorf, temos uma metodologia que é vista como uma revolução na área da educação.

Por se tratar de um método completamente diferente do que é visto tradicionalmente nas escolas, neste post, mostraremos para você um pouco do que é a pedagogia Waldorf e sua importância na educação infantil, passando por um breve histórico até chegarmos aos princípios básicos desse método pedagógico. Confira!

Como surgiu a pedagogia Waldorf?

Na Alemanha, mais especificamente no ano de 1919, Steiner, fundamentado na antroposofia, introduziu a pedagogia Waldorf em uma escola que atendia filhos de operários de uma fábrica de cigarros, chamada Waldorf-Astória. Filósofo e fundador da antroposofia, Steiner criou, a partir do sucesso de sua experiência, um método que se espalhou por todo o mundo.

Quais os principais pilares da pedagogia Waldorf?

Escola, professores, pais e alunos são incentivados quanto a autonomia e determinam o currículo em conjunto, pensando no desenvolvimento humano. Os conteúdos tradicionais e indicados pelo MEC são abordados, porém com um foco maior na humanização e nos potenciais da criança, deixando que o ensino-aprendizado ocorra da maneira mais natural possível.

O que faz da pedagogia Waldorf diferente dos métodos tradicionais?

O aprendizado baseado na pedagogia Waldorf vai incentivar a criança a lidar com o conhecimento de si mesmo para transformar o modo de convivência com o outro, além de aprender a ser e fazer sempre com foco no ser humano. Esse é um método de ensino que vai além do pensar, agindo também no âmbito do querer e do sentir.

Onde encontrar escolas que seguem essa proposta de ensino?

A maioria das escolas que utilizam a pedagogia Waldorf está localizada no continente europeu e na América do Norte. No Brasil, a primeira escola surgiu em São Paulo e já se expandiu por várias outras cidades. No site da Federação das Escolas Waldorf no Brasil, você pode buscar pela instituição mais próxima.

Uma escola Waldorf segue princípios básicos que se preocupam com a valorização da liberdade humana em tomar decisões e de fazer escolhas. Além disso, neste método de ensino, é essencial enxergar o ensino-aprendizado como uma experiência de troca, pensando em como nossas atitudes vão interferir no mundo.

O método da pedagogia Waldorf vai respeitar o tempo de cada indivíduo, transmitindo conteúdos de acordo com o que a criança demonstra estar preparada para aprender. Estimulando a curiosidade dos pequenos, aos poucos ela irá, de forma autônoma, buscar por aprendizados necessários para sua vivência na sociedade.

O que você achou da pedagogia Waldorf? Queremos saber suas percepções quanto a esse método! Use o campo abaixo e deixe seu comentário.